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| ABRANGÊNCIA |
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| Área de Abrangência da Rádio Aliança |
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| Sintonia Comprovada nos 03 Estados do Sul do Brasil |
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A Rádio Aliança possuí Sintonia Comprovada com ÓTIMO
Sinal de Áudio nos Seguintes Municípios relacionados abaixo.
* Clique no nome do município para visualizar informações
sobre ele.
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aqui para baixar o mapa em qualidade alta. |
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| PARANÁ |
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Palmas
- PR |
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Com uma temperatura média anual em
torno dos 15°C, Palmas é ao lado de Inácio
Martins a cidade mais fria do Paraná, com as áreas
habitáveis mais altas do estado.
Situando-se no extremo-sul do mesmo, foi durante muito tempo
o mais importante pólo de ensino superior para o
sudoeste do estado. Ainda hoje concentra boa parte das vagas
disponíveis para a região. Palmas é
também uma das socialmente mais desiguais cidades
do Paraná.
Área: 1.567,361 km²
População: 43.409 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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| SANTA CATARINA |
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Abelardo
Luz - SC |
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Passagem obrigatória para a colônia
de Xanxerê no início do século XX, ponto
de parada na estrada das Missões, por onde passavam
militares e tropeiros, Abelardo Luz teve seus primeiros
colonizadores vindos das distantes Minas Gerais, em passagem
para o transporte de gado.
Nessa época a área era habitada por índios
guaranis e kaingangs, que ainda vivem hoje em alguns pontos
da região.
Mas foi nas últimas cinco décadas que o povoamento
efetivamente ocorreu, com a chegada de migrantes paulistas,
paranaenses e gaúchos, além de descendentes
de italianos e de alemães.
Área: 1055,368 km²
População: 16.899 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Água
Doce - SC |
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Conta-se que, há muitos anos, uma
mula caiu no rio que passa próximo à cidade
com uma grande quantidade de açúcar, deixando
a água completamente doce.
Daí veio o nome da cidade... A história de
Água Doce começa em 1838, quando o paranaense
José Ferreira dos Anjos organizou uma bandeira para
capturar os índios e explorar a região.
O lugar chamava-se então Encruzilhada - somente
em 1943 recebeu o nome de Água Doce, ao tornar-se
distrito. A primeira estrada foi construída em 1930,
trecho que, hoje, faz parte da SC-452.
Área: 1.311 km²
População: 6.959 hab. est.
IBGE/2009[2] |
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Alto
Bela Vista - SC |
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Em 04/07/1995, nasceu o município
de Alto Bela Vista. Em 01/01/1997 ocorreu a instalação.
Localiza-se no meio Oeste Catarinense,
região do Alto Uruguai. Colonizada por imigrantes
italianos e alemães que foram chegando na sua grande
maioria do Rio Grande do Sul, em busca de melhores terras,
cujos costumes e tradições estão presentes
na rotina dos moradores. Inaugurada em novembro de 2000,
a Casa da Memória e Cultura tornou-se a principal
atração do município, pois é
um local destinado à evocação e estudo
da História Coletiva, bem como ao desenvolvimento
e divulgação da Cultura do Município.
Alto Bela Vista é um lugar especial
para se viver, um lugar de contrastes, onde as diferenças
culturais dos imigrantes se fundem com um só objetivo:
o desenvolvimento e a propriedade.
Alto Bela Vista tem 2.095 habitantes, sendo que 1.545 deles
são eleitores.
Tem sua economia baseada principalmente
na produção agrícola e agropecuária.
Principal empresa: Bela Vista Produtos
Enzimáticos, produzindo coalho para o mundo.
Alto Bela Vista – a capital catarinense
do coalho.
Área: 103,592 km²
População: 2.071 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Arabutã
- SC |
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Com a construção
da estrada de ferro São Paulo/Rio Grande do Sul,
por volta de 1910, atravessando Santa Catarina de Sul ao
Norte, costeando o Rio do Peixe, através de uma empresa
americana, proporcionou a Arabutã e região
novos rumos.
O governo, para pagar a construção,
deu glebas de terras ao lado da ferrovia a esta empresa,
que as vendeu para empresas colonizadoras.
A partir de 1912 entraram os primeiros caboclos na região,
começando o desmatamento, tendo a partir daí
surgido os primeiros núcleos de habitação.
A região pertencia a Colônia
Concórdia e a Companhia colonizadora procurou interessados
na aquisição dessas terras.
Em 1927 chegaram a Arabutã uma leva
de imigrantes alemães, vindos da Romênia, que
aqui, a troca de serviço, recebiam terras e comida
da colonizadora. É a esses imigrantes que deve-se
a colonização de Arabutã, foram eles
que abriram estradas que, mais tarde serviram de passagem
aos novos imigrantes que chegavam.
No início, o povoado teve nome de
Pipoca, dado pelos caboclos, por motivo de terem fichado
ilhados durante enchente entre o Rio Jacutinga e o Lajeado
Canoas, sendo que sua alimentação por vários
dias se resumia a comer pipocas.
Com a chegada dos alemães, mudou-se
o nome para Nova Germânia.
A maioria dos imigrantes vieram do Rio Grande do Sul, das
cidades de Montenegro, trazendo progresso, cultura, religião
e lazer.
Durante a segunda Guerra Mundial, foram obrigados pelo Governo
a mudar o nome para MAUÁ, nome este ainda conservado
em nomes de empresas, clubes e monumento da praça.
Mais tarde, recebeu o nome de ARABUTÃ,
que na língua tupi-guarani quer dizer Pau Brasil,
devido a madeira encontrada às margens do Rio Jacutinga.
Com a vinda de mais imigrantes, com o fruto
do trabalho, Arabutã tornou-se em 1938, distrito
de Concórdia e em 12 de dezembro de 1991, conquistava
sua emancipação político-administrativa,
elevando-se finalmente, à categoria de Município.
Arabutã tem como festas tradicionais
o Kerbfest, realizado anualmente no primeiro domingo de
fevereiro e a Festa do Colono e Motorista, todo dia 25 de
Julho.
Economia baseada principalmente na agricultura.
Principal empresa: Fábrica de Artefatos de Cimento
Arabutã.
Área: 132,232 km²
População: 4.048 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Arroio
Trinta - SC |
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Os descendentes dos italianos
que imigraram para a região de Urussanga passaram
a colonizar Arroio Trinta em 1924.
Até então, a população era
formada por caboclos. O primeiro moinho de Arroio Trinta
surgiu um ano após a chegada dos colonos e cinco
anos depois foi criada a primeira serraria.
A origem do nome Arroio Trinta é bem curiosa: na
época de formação do povoado, para
se viajar da atual sede do município até Videira,
via Bom Sucesso, era preciso passar pelo mesmo arroio 30
vezes.
Área: 94,333 km²
População: 3.638 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Arvoredo
- SC |
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Italianos que vieram do Rio
Grande do Sul foram os primeiros a se instalar em Arvoredo,
na mesma saga que colonizou todo o oeste catarinense. Os
mais antigos recordam que os tropeiros passavam por Arvoredo
a caminho de outras regiões, como o vizinho Paraná,
nos tempos do Contestado.
A população de Arvoredo trabalha para se manter
independente. A emancipação do município,
desmembrado de Seara, foi resultado da vontade da comunidade.
Arvoredo tem como slogan a frase que sintetiza sua principal
característica: “Unidos para Crescer”.
O núcleo da comunidade é pequeno, o maior
número de lojas de comércio é de revenda
de cereais. O que contou para que o município fosse
emancipado foi a disposição de um grupo de
moradores, que com muito trabalho, especialmente na terra,
conquistou a independência.
Área: 90,709 km²
População: 2.241 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Bom
Jesus - SC |
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Bom Jesus é um município
brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma
latitude 26º44'02" sul e a uma longitude 52º23'39"
oeste, estando a uma altitude de 669 metros. Sua população
estimada em 2004 era de 2.069 habitantes.
Área: 63,552 km²
População: 2.427 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Campos
Novos - SC |
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Colonizada no final do Século
XIX por italianos, alemães e portugueses, a cidade
tem grande diversidade cultural.
Eminentemente agrícola desde a sua
fundação, com grandes latifúndios -
apenas 20% das propriedades rurais são de pequeno
porte -, o município possui uma comunidade negra
formada por descendentes dos escravos africanos. 30-3-1881,
municipalização (Lei Provincial 923), por
desmembramento de Curitibanos. Instalação,
3-10-1882.Já havia sido distrito, então dito
Freguesia, desde 16-6-1854 por desmembramento de Lages,
a qual município continuou a pertencer. 18-7-1894,
criação da comarca O povoamento de Campos
Novos passou a ocorrer não muito depois da fundação
de Lages (1767), havendo a região sido alcançada
por João Gonçalves de Araújo, fazendeiro
procedente de Curitiba.
Narra-se que foi atraído pela fumaça
das queimadas do campo realizadas pelos índios. A
ocupação do Planalto se intensificou depois
de 1839, quando também se povoavam os campos de Palmas.
Ocorreu ainda a penetração
de fugitivos da revolução Farroupilha, RS,
(1835-1845). Surgiu em data não bem conhecida a Igreja
de São João Batista, expressão do adensamento
da população de Campos Novos, até atingir
a condição para se converter em Freguesia,
em 1854. Foi primeiro vigário encomendado de Campos
Novos Pe. Antônio Luiz Esteves, com provisão
de de 27-4-1856, emitida do RJ. (Prov. L.15, fl. 2). Em
1858 está sem pároco próprio, diz o
Presidente da Província em sua Fala. Por longo tempo
é vigário de Campos Novos, Pe. Tomas Sobrinho,
que viria a falecer em 22-12-1894. Anexa-se então
a paróquia de Curitibanos à Lages, onde os
franciscanos estão estabelecidos desde 1891.
Ao se desanexar a paróquia de Curitibanos
em 1900, incluiu-se nela a de Campos Novos. Em 1917 voltou
a ter vigário próprio, sucedendo-se vigários
franciscanos até 1940.
Área: 1.850 km²
População: 29.133 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Capinzal
- SC |
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Descendentes de italianos,
oriundos do Rio Grande do Sul, chegaram a Capinzal por volta
de 1906, no início da colonização do
Vale do Rio do Peixe.
Em 1910, com o início da construção
da estrada-de-ferro São Paulo-Rio Grande do Sul,
a localidade - então chamada Rio Capinzal e que pertencia
a Campos Novos - começou a ganhar projeção,
tornando-se distrito em 1914 e município em 1948.
Área: 333,980 km²
População: 18.996 hab. est.
IBGE/2009[2] |
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Catanduvas
- SC |
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A colonização
de Catanduvas começou com a construção,
no início do Século XX, da estrada-de-ferro
próxima ao Rio do Peixe.
Os trabalhadores eram descendentes de imigrantes italianos,
alemães e poloneses e, graças a eles, desenvolveu-se
a agricultura de subsistência e o cultivo dos ervais,
que deu ao município o título de Capital Catarinense
do Chimarrão.
Catanduvas possui cinco ervateiras, que contribuem para
a geração de empregos e fazem da erva-mate
produzida na cidade há mais de 50 anos um sinônimo
de tradição.
Catanduvas faz parte das terras disputadas pelas então
províncias do Paraná e de Santa Catarina,
que se desmembraram de São Paulo.
O nome Catanduvas originou-se de Catanduba, espécie
de árvore existente na localidade à época
da colonização.
Área: 198,033 km²
População: 9.119 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Caxambu
do Sul - SC |
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A região onde se localiza
o município de Caxambu do Sul recebeu os primeiros
colonizadores por volta de 1940.
Imigrantes italianos de vocação agrícola,
amantes da dança e da música, ocuparam as
terras próximas às estâncias hidrominerais
de Águas de Chapecó e de São Carlos
e dedicaram-se à agricultura de subsistência.
O nome Caxambu do Sul é inspirado em Águas
de Caxambu, estância hidromineral de Minas Gerais.
Área: 140,578 km²
População: 4.963 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Celso
Ramos - SC |
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A História de Celso
Ramos começa com a chegada dos colonizadores vindos
do Rio Grande do Sul, em sua maioria descendentes de italianos,
no início do Século XX.
A primeira igreja foi inaugurada em 1936 e as primeiras
casas de comércio, em 1939. Desmembrou-se de Anita
Garibaldi em 1989.
Área: 207,409 km²
População: 2.720 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Chapecó
- SC |
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O oeste catarinense era habitado
apenas por índios até 1838, quando tropeiros
paulistas e imigrantes italianos e alemães vindos
do Rio Grande do Sul começaram a cruzar a região,
rumo a São Paulo, para comercializar gado.
A partir das paradas de tropeiros e com a vinda das companhias
colonizadoras, iniciou-se o processo de migração
de outros Estados, principalmente do Rio Grande do Sul.
O rápido e constante crescimento das agroindústrias
ampliou o mercado de trabalho e transformou-se na base da
economia da cidade, juntamente com a agricultura. Mais tarde,
o setor metal-mecânico surgiu como alternativa de
desenvolvimento e vem se especializando na produção
de equipamentos para frigoríficos.
Localizada em meio a um entroncamento de rodovias federais
e estaduais, com acesso fácil aos países do
Mercosul - a Argentina está a 160km -, Chapecó
é um ponto estratégico para negócios
transfronteiras no sul do Brasil.
Área: 624,308 km²
População: 174.187 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Concórdia
- SC - Município onde a Rádio Aliança está
localizada |
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| A estrada de ferro Rio Grande/São Paulo,
foi responsável pelo surgimento de vários povoados
ao longo do seu percurso.
Com o objetivo de colonizar as terras ao longo da ferrovia,
em 1912 aqui chegaram os primeiros imigrantes, que através
da Brasil Devolompment Colonization Company, fundaram uma
pequena vila, no local onde já residia o caudilho
José Fabrício das Neves, considerado o pioneiro
da colonização.
Em 1925, a colônia conhecida até então
pelo nome de Queimados, passa a ser chamada de Colônia
Concórdia, por iniciativa da Sociedade Territorial
Mosele, Eberle & Ahrons Ltda.
A vila foi elevada a distrito no dia 11 de agosto de 1927.
A 12 de julho de 1934, pelo Decreto nº 635 assinado
pelo Coronel Aristilino Ramos, Interventor Federal do Estado,
era criado o Município com território desmembrado
do Município de Cruzeiro, atual Joaçaba, e,
emancipado no dia 29 de Julho de 1934.
Potenciais econômicos baseados na produção
agrícola e na agropecuária, com destaques
para suinocultura e avicultura.
Sede da matriz da empresa Sadia, além de comércio
varejista de calçados e confecções.
Área: 797,260 km²
População: 70.393 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Cordilheira
Alta - SC |
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A colonização
de Cordilheira Alta começou em 1920. Italianos de
procedência gaúcha, das famílias Tozzo,
Dal Santa, De Césaro, Fabril, Ranzan e outras, estabeleceram-se
entre Xanxerê e Chapecó com a intenção
de explorar a madeira abundante.
Como os italianos já tinham tradição
agrícola, passaram também a plantar e colher
feijão e milho para subsistência e, mais tarde,
para comercialização.
Com o final do ciclo da madeira, na década de 1970,
a agropecuária passou a ser a principal atividade
econômica do então distrito de Chapecó.
A emancipação foi difícil e só
ocorreu em 1992, depois de uma série de disputas
políticas entre o prefeito de Chapecó e um
vereador de Cordilheira Alta que se tornou, depois, o primeiro
prefeito da nova cidade.
Área: 83,768 km²
População: 3.531 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Coronel
Freitas - SC |
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Os primeiros colonizadores
de Coronel Freitas chegaram em 1940. Eram gaúchos,
descendentes de imigrantes italianos, oriundos das cidades
de Guaporé, Serafina Corrêa e Veranópolis
e que chegaram à região para explorar madeira.
No local havia um destacamento militar e um dos primeiros
colonos a se instalarem, Ernesto Bertaso, quis homenagear
o comandante da guarnição, coronel José
de Freitas, dando seu nome à vila que se formaria.
Com o desmatamento desordenado e a conseqüente extinção
das reservas de madeira, a economia voltou-se para a agricultura.
Área: 234,157 km²
População: 10.520 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Entre
Rios - SC |
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O povoamento da região
de Entre Rios começou por volta de 1940, quando descendentes
de italianos, alemães e poloneses deixaram as cidades
de Erechim, Guaporé e Nova Prata, no Rio Grande do
Sul, em busca de prosperidade e melhores condições
de subsistência.
As matas de araucária eram o grande atrativo, enquanto
a agricultura era praticada apenas para a sobrevivência
das famílias.
A derrubada desordenada das matas acabou provocando uma
crise no setor madeireiro e a agricultura passou a ser a
única alternativa econômica.
Entre Rios foi distrito de Marema, da qual se emancipou
em 19 de julho de 1995.
Área: 105,167 km²
População: 3.104 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Faxinal
dos Guedes - SC |
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Os primeiros colonizadores
chegaram na década de 1940.
Eram descendentes de italianos, oriundos do Rio Grande
do Sul.
O campo de pastagem entremeado de arvoredo esguio, que
constitui um faxinal, deu origem ao nome da cidade, que
deve o "Guedes" aos irmãos Antônio
José e Estevão Guedes, proprietários
de terras no lugar.
Área: 339,637 km²
População: 10.585 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Guatambu
- SC |
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A possibilidade de lucrar
com a extração da madeira, especialmente a
araucária, atraiu os primeiros colonizadores à
região de Guatambu.
Eram descendentes de italianos e de alemães, mais
alguns caboclos, todos oriundos do Rio Grande do Sul e liderados
por Rodolfi Fin, Ângelo Santinelli, João Batista
Dal Piva, Emílio Zandavalli, João Batista
Schneider, João Elisbão da Luz, Manoel Rolim
de Moura e Izac Pan.
A grande quantidade da madeira-de-lei chamada guatambu
deu nome ao local. A mão-de-obra familiar predominava,
numa tradição que se mantém até
hoje.
Guatambu emancipou-se de Chapecó em 12 de dezembro
de 1991, na mesma época do desmembramento de dois
outros grandes distritos: Itaberaba e Cordilheira Alta.
Área: 206,3 km²
População: 4.610 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Herval
D'oeste - SC |
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A História de Herval
D'oeste está vinculada à construção
da ferrovia São Paulo-Rio Grande do Sul, iniciada
em 1908.
A partir de 1919, com o fim da Guerra do Contestado, uniu-se
a Joaçaba, da qual desmembrou-se em 1953.
Também foi distrito de Campos Novos.
Área: 222,405 km²
População: 19.323 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Erval
Velho - SC |
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Os pioneiros que colonizaram
Erval Velho eram gaúchos descendentes de italianos
e chegaram à região por volta de 1870. Católicos
fervorosos, batizaram o local de São Sebastião
dos Ervais.
Mais tarde, o nome passou a ser Arco Verde. Em 1881, quando
passou a ser distrito de Campos Novos, recebeu o nome de
Erval Velho.
Foi elevado à categoria de município em junho
de 1963.
O monge João Maria passou por Erval Velho em peregrinação,
deixando ali sua marca de cura e de fé.
Área: 207,686 km²
População: 4.195 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ibiam
- SC |
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A colonização
da região onde hoje se encontra o município
de Ibiam começou em 1920.
Descendentes de imigrantes italianos e alemães oriundos
do Rio Grande do Sul, principalmente da região de
Garibaldi e Bento Gonçalves, instalaram-se nas terras
férteis e baratas, batizando a localidade de Ponte
Alta (sem nenhuma relação com o município
de Ponte Alta, no Planalto).
Em 1953, a vila de Ponte Alta passou a distrito de Tangará,
quando recebeu o nome atual - Ibiam, que em tupi-guarani
significa "terra alta".
A emancipação político-administrativa
do município aconteceu em 20 de julho de 1995.
Área: 147,329 km²
População: 2.060 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ibicaré
- SC |
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O território onde
hoje se localiza Ibicaré foi habitado por índios
até o ano de 1900. A partir dessa data, a região
recebeu imigrantes luso-brasileiros e descendentes de italianos,
oriundos das cidades gaúchas de Erechim, Carlos Barbosa,
Santa Maria, Garibaldi, Bento Gonçalves e Guaporé.
Também vieram famílias de Biguaçu,
Antônio Carlos e Tijucas, cidades do litoral catarinense.
O nome Ibicaré significa, em tupi-guarani, "chão
torto", "curva de terra" ou "morro".
Área: 150,512 km²
População: 3.458 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Iomerê
- SC |
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A colonização
da região de Iomerê começou por volta
de 1900 - até então, suas matas eram habitadas
por índios.
Os primeiros colonizadores foram imigrantes italianos que
chegaram inicialmente das cidades gaúchas de Erechim,
Carlos Barbosa, Santa Maria, Bento Gonçalves, Garibaldi
e Guaporé. Plantar uvas e criar porcos eram suas
principais atividades, herança econômica que
se mantém até hoje.
O nome Iomerê, que em tupi-guarani significa "clareira
branca", vem da paina, a "penugem" branca
da paineira, árvore abundante na região e
que, quando vista de longe entre a vegetação
verde, se assemelhava a uma clareira aberta na mata. Iomerê
emancipou-se de Videira em 20 de julho de 1995.
Área: 114,735 km²
População: 2.643 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ipira
- SC |
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Em 1909, chegaram os primeiros
moradores vindos do Rio Grande do Sul e em 1918 chegaram
os primeiros colonizadores, vindos principalmente de Montenegro
– RS.
A partir de então, Ipira foi se desenvolvendo essencialmente
na área agrícola, setor que até hoje
representa a maior receita econômica do município,
destacando-se na criação de aves e suínos
e também na produção de milho e leite.
O nome Ipira é originário do Tupi-guarani
e significa água com peixe. Está localizado
na região do Alto Uruguai. Os produtos coloniais
de Ipira já são sua marca registrada. São
comercializados pela Casa Colonial, administrada pelos próprios
agricultores através de uma associação,
formada por 32 familias.
As festas típicas promovidas anualmente pelo município
têm despertado interesse nos turistas, que visitam
essa região atraídos por suas belezas naturais.
Em Ipira, os passeios ecológicos através
das trilhas na mata, revelam aos turistas magníficas
cascatas e grutas, como a Caverna do Arroio Capelinha, uma
das principais atrações.
Área: 150,304 km²
População: 4.771 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ipuaçu - SC |
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O povoamento da região
de Ipuaçu começou por volta de 1940, quando
descendentes de italianos, alemães e poloneses deixaram
o Rio Grande do Sul e o Paraná em busca de prosperidade
e melhores condições de subsistência.
As matas de araucária eram o grande atrativo, enquanto
a agricultura era praticada apenas para subsistência
das famílias.
Mas a derrubada desordenada das árvores acabou provocando
uma crise no setor madeireiro e a agricultura passou a ser
a única alternativa econômica viável.
Ipuaçu, em tupi-guarani, significa "lajeado
grande", uma característica do leito do Rio
Chapecó.
Área: 261,391 km²
População: 6.881 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ipumirim
- SC |
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Segundo o IBGE, o território
foi habitado desde a proto-história, conforme comprovam
a existência de sítios arqueológicos,
reconhecidos e cadastrados pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional.
Documentos históricos físicos
como cerâmicas e artefatos em pedra comprovam que
o território foi habitado por indígenas.
Nos primeiros anos deste século,
o território às margens do Rio Irani, foi
habitado por famílias caboclas. Os caboclos freqüentemente
iam a Irani atraídos pela fama e poderes espirituais
do Monge Maria.
No ano de 1925, a Empresa Colonizadora
Eberle, Mosele Ahrons & Cia, adquiriu a Companhia Estrada
de Ferro de São Paulo/Rio Grande – Brasil Development
e Colonization Company, uma área de terra mais ou
menos de 5.500 colônias de 10 alqueires a fim de fundar
a cidade de Concórdia e colonizar essas terras. Naquela
época, esta zona pertencia ao município de
Limeira, mais tarde, Cruzeiro do Sul, hoje Joaçaba.
Depois, com estas colônias, a empresa colonizadora
iniciou, no mesmo ano, a colonização com colonos
vindos do vizinho Estado do Rio Grande do Sul, e alguns
do próprio Estado de Santa Catarina, vindos de serra
abaixo, como costumam dizer.
Iniciou a empresa com a abertura da estrada
Marcelino Ramos – RS, até a sede da colônia.
Sertão a dentro, estradas e picadões foram
feitos,a fim de dar entrada às famílias dos
colonos a diversos lugarejos que estavam reservados para
a sede, e para entusiasmar os compradores e facilitar a
venda das colônias. Os lugarejos com nome de sede
eram Pipoca, hoje Arabutã; Engenho Velho; Alto Alegre,
hoje Presidente Kennedy; Nova Estrela e Sertãozinho.
Em 1928, a Empresa queria formar uma sede
à margem do Rio Engano, a 30 quilômetros de
Concórdia, mas não havia estrada e sim um
picadão, levavam um dia a cavalo para se chegar à
futura sede.
Com o passar dos tempos, formaram um núcleo
familiar recebendo o nome de Harmonia, e este foi crescendo,
desenvolvendo-se, e mais tarde passou a chamar-se Rio Branco
e finalmente, em 1946, passou a ser chamado de Ipumirim,
que perdura até hoje.
Ipumirim deriva-se da língua Tupi-guarani,
que significa Vale Pequeno, nome este dado por existir um
riacho nas imediações de perímetro
urbano da cidade. Ipumirim foi, por muitos anos, distrito
de Concórdia.
A emancipação de Ipumirim iniciou com o Projeto
de Resolução nº 02/63, aprovado em 23.03.63,
pela maioria de votos, e na data de 29.03.63, através
da lei nº 877, finalmente consolidou-se a criação
definitiva do município de Ipumirim, sendo instalado
no dia 07 de abril de 1963.
Em 1928, teve início a colonização
oficial patrocinada pela sociedade Territorial Mosele, Eberle,
Ahrons & Cia Ltda. Com a chegada das primeiras famílias
descendentes de imigrantes italianos oriundos do Rio Grande
do Sul.
Às margens do Rio Engano fundaram
a Sede Harmonia. Adiante 11 quilômetros, Sede Bonito
aproxima geograficamente os “italianos gaúchos”,
remanescentes caboclos após o fim da guerra do contestado.
Em 1938, Harmonia foi elevada a categoria de Distrito do
Município de Concórdia.
Base econômica: agricultura, agro
indústria e a industrialização de madeiras
com destaque para as empresas Sul Portas e Agro Frango.
Área: 247,067 km²
População: 7.400 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Irani
- SC |
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Origem do nome: Vem da língua
indígena tupi-guarani e quer dizer IRA=mel e NHI=envelhecer
ou envelhecido, aí Irani=mel envelhecido, que segundo
nossos antepassados, o mel envelhecido é o melhor.
Mas o nome foi dado por causa do Rio Irani, que banha o
município.
Hitória: Localizado na região
do Contestado. Iniciou a sua colonização na
segunda metade do século passado, por fazendeiros
vindos principalmente do norte do Rio Grande do Sul, e em
menor escala, dos campos de Palmas no Paraná, sendo
registrado como primeiro habitante o Sr. Leopoldino Fabrício
das Neves, egresso de Passo Fundo. Logo após sua
chegada, fixaram residência : Dinarte Antunes, Pedro
Kades, Miguel Soares, Alexandre Telles e Miguel Fabrício
das Neves, o qual vendeu suas terras para Manoel Galdino,
que por sua vez, demarcou os lotes que foram vendidos paulatinamente,
razão pela qual o último é considerado
fundador do município.
Aspectos geográficos: o município
localiza-se no meio oeste catarinense, na micro-região
da AMAUC. Limita-se ao norte com Ponte Serrada e Vargem
Bonita, oeste com Lindóia do Sul, leste com Catanduvas
e Vargem Bonita e ao sul com Jaborá e Concórdia.
População: 8.741 habitantes,
dos quais 60% vivem na zona urbana. Temos uma imigração
muito grande, em razão de cidades vizinhas serem
mais desenvolvidas e duas BRs que cortam o município,
a BR 153 corta o perímetro urbano.
Clima: Úmido, subtropical, sendo
a temperatura média anula 17º C.
Relevo e Solo: O solo apresenta substrato
básico sobre o qual todas as atividades agrícolas
se desenvolvem, sendo que a agropecuária representa
77% do movimento econômico do município.
Flora: embuia, araucária, angico,
canela, cedro, louro, grápia, erva-mate, xaxim, guamirim,
piúna, iupê, amarelo, entre outros.
Fauna: tatu, porco espinho, lebre, cutia,
gato do mato, gambá, veado, raposas do banhado, capivara,
graxaim, paca, tateto, macaco, entre outros.
Hidrografia: Rios Principais – Engano,
Irani, Jacutinga, Procópio e Pingador.
Rodovias: BR 282, BR 253. As duas cruzam
o chão iraniese. A BR 153 passa no perímetro
urbano e a outra a 8 quilômetros da sede, é
onde cruza o trevo, tornando-se importante atrativo para
a implantação de um distrito industrial. Além
de facilitar o acesso de turistas é corredor para
as exportações municipais.
Economia: agricultura e produção
de erva mate, madeiras e uma forte vocação
turística. É a terra do Contestado.
Área: 321.559,52 km²
População: 9.754 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Itá
- SC |
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A formação
da Vila Itá e a colonização, tiveram
início no ano de 1919, com a chegada da empresa Luce,
Rosa & Cia Ltda de Porto Alegre e dos colonizadores:
Theodoro Scheuble, Leopoldo Nicolao Simon, Valentin Bernardi,
Pedro Paludo e Ângelo Paludo.
Junto com os familiares desses colonizadores se estabeleceu
o caboclo Luiz de Campos, que batizou esse lugar de ITÁ,
que em tupi-guarani quer dizer: pedra, rocha, objeto duro.
No ano de 1921 foi criada a primeira escola, que foi regida
pelo professor João Hamester e a primeira Escola
Estadual só foi inaugurada em dezembro de 1928, regida
pelo professor João Henrique Pille.
Em 07 de janeiro de 1924 foi elevado o povoado de Itá
à categoria de Distrito, sendo o intendente o Sr.
Alfredo Bays. O primeiro ciclo econômico foi a agricultura,
com a produção de milho e feijão.
Em 1929 o primeiro alambique se estabelecia começando
assim o ciclo da cachaça, chegando a ter mais de
20 alambiques no município.
Após, foi o ciclo da madeira, que era extraída
e levada em sistema de balsas pelo Rio Uruguai e vendida
na Argentina.
Em 1947 teve início a construção da
Usina chamada Cooperativa Força e Luz Itaense de
Representação Ltda, no Rio Uvá e inaugurada
em 1952. E usina produziu energia para a Vila de Itá
e operou até meados de 1968.
Em 13 de dezembro de 1956 através da Lei nº
268, Itá foi elevado à categoria de Município,
sendo o Sr. João Moschetta prefeito provisório
e o Sr. Pedro Paludo o primeiro prefeito eleito.
Em 1967 pousou na Olaria do Sr. João Martini um
helicóptero deixando a população de
Itá assustada, ninguém sabia o motivo, mas
vazou a informação de que eram estudos e avaliações
do Rio Uruguai para a construção de uma Usina
Hidrelétrica.
Em 1978 a população recebia a notícia
da construção da Usina e que a cidade de Itá
iria desaparecer, seria alagada.
Em 1982 iniciou-se a construção da nova cidade
de Itá. Somente no ano de 1996 é que se deu
início a construção da Usina Hidrelétrica
Itá e inaugurada em 17 de dezembro de 2000.
Em 13 de dezembro de 1996 foi inaugurada a cidade nova
de Itá.
Economia: agricultura, turismo e geração
de energia, através da Usina de Itá.
Área: 165,463 km²
População: 6.552 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Jaborá
- SC |
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Jaborá, que em Tupi-Guarani
significa "aquele que faz", recebeu o status de
distrito em 1943 e de município em 1963. Sua origem
remonta ao ano de 1919 quando chegaram os primeiros colonizadores,
famílias de origem italiana que emigraram do Rio
Grande do Sul e que encontraram ali uma região de
terras férteis e com abundante vegetação
de araucárias.
A primeira vila fundada pelos imigrantes
foi chamada de "Romere". Com o passar dos anos
a vila cresceu e tornou-se um povoado, o qual foi denominado
"São Roque".
Em 1925 iniciou-se a construção
da Igreja Matriz São Roque, realizada artesanalmente
pelos próprios membros da paróquia sob orientação
dos padres franciscanos. Entretanto, uma das duas torres
da igreja permaneceu inacabada até meados de 1980.
Somente no final da década de 80 é que, com
o esforço da comunidade, a segunda torre foi concluída.
Área: 191,117 km²
População: 4.129 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Joaçaba
- SC |
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Joaçaba foi colonizada,
a partir de 1900, por descendentes dos imigrantes italianos
e alemães vindos do Rio Grande do Sul.
A cidade pertenceu ao Paraná até 1916, quando
suas terras foram definitivamente anexadas a Santa Catarina.
Tornou-se município em 1917.
A cidade já teve a economia baseada na extração
de madeira e no cultivo de erva-mate. Atualmente, com um
grande e diversificado parque industrial, é considerada
a maior cidade do meio-oeste e pólo econômico
da região.
Área: 232,354 km²
População: 25.322 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Lacerdópolis
- SC |
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A afirmação
mais concreta que se possui é que a ocupação
do Vale do Rio do Peixe, intensificou-se a partir da construção
da Estrada de Ferro São-Paulo – Rio Grande
do Sul, que no território Catarinense teve início
em 1908 e conclusão do percursso Porto União
e União da Vitória até Marcelino Ramos
em 19l0. No início do século, margeando op
Rio do Peixe, a firma Mosele & Eberle, Girardi e Cia
criaram dois núcleos regionais com a finalidade de
atrair imigrantes gaúchos, a maioria de origem italiana
que povoaram a determinada região, cujas colônias
levaram denominação de Núcleo Colonial
de Capinzal e Núcleo Colonial de Barra Fria.
As férteis terras da região aliadas as perspectivas
de progresso com o transporte ferroviário atraíram
grande número de imigrantes, descendentes de italianos
das colônias De Caxias do Sul e Bento Gonçalves
dando início propriamente a criação
de um núcleo, onde situa-se hoje o município
de Lacerdópolis. Numerosas famílias aqui chegaram
nas primeiras décadas do século XX como: Mantovani,
D’Agostini, Proner, Dall’Orsoletta, Fracaro,
Chiamolera, Calegari, Viel, Da Cás, Lago e outros
que aqui plantaram uma civilização, baseados
nos princípios herdados de seus antepassados.
Com o passar do tempo o pequeno núcleo foi se desenvolvendo.
Pequenas casas comerciais, moinhos coloniais, ferrarias
atendiam as necessidades dos desbravadores amenizando o
sacrifício encontrado nos primeiros anos, e os anos
foram passando e as famílias foram crescendo. No
ano de 1955, Lacerdópolis pertencia ao município
de Campos Novos. Através do trabalho de lideranças
do nosso município foi feito um trabalho com os municípios
de Campos Novos e Capinzal onde decidiram fazer uma permuta
de terra, onde as terras do lado direito do Rio do Peixe
passaram a pertencer a Campos Novos e Lacerdópolis
(Barra Fria), pertencer à Capinzal.
Em seguida, Ouro foi emancipado de Capinzal e Lacerdópolis
passou a pertencer poucos meses a Ouro, logo após
conseguiu sua emancipação. Recebeu o nome
de Lacerdópolis em homenagem a Jorge Lacerda. Nosso
município foi emancipado em 11 de novembro de 1963
e instalado em 3 de fevereiro de 1964. Na época nomearam
o Senhor Ermino José Scapini como primeiro Prefeito.
Ele assumiu dia 03.02.64. à 31.01.66. O primeiro
prefeito eleito foi Severino Slongo e Vice-prefeito Lúcio
Savaris no período de 01.02.66 à 31.01.70.
Área: 68,453 km²
População: 2.266 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Lajeado
Grande - SC |
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Os primeiros colonizadores
de Lajeado Grande foram descendentes de italianos oriundos
do Rio Grande do Sul e chegaram em 1944.
Atraídos pelas matas verdejantes e abundantes em
madeira-de-lei, fizeram da agricultura sua fonte de subsistência.
O nome Lajeado Grande, porém, foi dado bem antes,
no início do século XX, quando os tropeiros
passaram pelo Rio Lajeado e descobriram seu leito de pedras.
Como as toras de madeira eram transportadas em carroças
que quebravam com facilidade, em 1959 o agricultor Arduíno
Ferro, que buscava uma alternativa econômica fora
da lavoura, criou uma carreta puxada por bois, o que facilitou
o escoamento da produção.
Área: 65,928 km²
População: 1.485 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Lindóia
do Sul - SC |
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Lindóia do Sul começou
sua progressista história em 1936, quando aqui se
fixaram as primeiras famílias de imigrantes italianos
vindos do vizinho Estado do Rio Grande do Sul, desmembrado
do município de Concórdia, situado na região
do Alto Uruguai Catarinense, criado pela Lei 7.578 de 26
de abril de 1989 e instalado em 1º de Janeiro de 1990.
Tem uma área territorial de 199 quilômetros
quadrados, distribuídos em 27 comunidades do interior
e a sede do município, com uma população
aproximada de 8.000 habitantes, sendo 25% da cidade e 75%
do interior.
As comunidades que compõem o município são
as seguintes:
Lajeado Acidio, Lajeado Acidio Alto, Linha Cason, Linha
Acordi, Linha Maria Ghuinter, Linha Azul, Linha Boa Esperança,
Linha Cotovelo, Linha Heitor, Linha Mimosa, Linha Gruta,
Linha Santa Rita, Linha Santa Rosa, Linha Santo Isidoro,
Linha Salto Grande, Lajeado Acampamento, Lajeado dos Pinheiros,
Lajeado Joanino, Linha Alegre, Linha Sanga Castelhano, Linha
Sanga Martins, Linha XV de Novembro, Barra do Azul, Linha
Nossa Senhora da Saúde, Sertãozinho, Linha
União e Costa da Anta. No setor econômico ocupa
uma posição de destaque para a produção
vegetal de milho, soja, feijão, trigo, arroz e fumo
e a produção animal de suínos, aves,
bovinos e peixes.
Na Indústria destaca-se a produção
de madeiras e erva-mate e seu comércio é bastante
diversificado.
Economia: agricultura e agropecuária.
Principais empresas: Sulmate e Laticínios Lindóia.
Área: 195,056 km²
População: 4.662 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Luzerna
- SC |
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Luzerna foi fundada pelo
engenheiro alemão Henrique Hacker e sua esposa Sofia,
que, em viagem de trem pela região, em 1915, impressionaram-se
com a exuberância do Vale do Rio do Peixe e decidiram
iniciar ali uma colonização particular, tipicamente
germânica.
Adquiriram uma área de terra de
40.000ha e, juntamente com Augusto Scherer, constituíram
a Sociedade Sul Brasileira Henrique Hacker & Cia. A
área foi dividida em 900 lotes de 24,2ha e, em 1916,
chegaram os primeiros colonizadores, vindos do Rio Grande
do Sul via estrada-de-ferro, principalmente de São
Leopoldo, Montenegro, Santa Cruz, Lageado, Pelotas, Carazinho
e Passo Fundo.
Vitor Felipe Rauen foi o primeiro diretor
da colônia, cuja população girava em
torno de 3.000 pessoas, 75% das quais eram alemães
ou descendentes.
Em 1934, chegou uma leva de imigrantes
do Tirol austríaco. Os novos colonizadores fixaram-se
no distrito de Ibicaré, onde fundaram Treze Tílias.
Os irmãos Francisco e Rudolf Lindner
foram para Joaçaba e deram decisivo impulso à
industrialização da cidade e de Bom Retiro,
que teve o nome alterado para Luzerna em abril de 1946 -
o nome Luzerna relaciona-se com um tipo de alfafa, cultura
muito difundida e lucrativa na época. A cidade tornou-se
distrito de Joaçaba em 16 de fevereiro de 1949 e
emancipou-se em 29 de dezembro de 1995.
Área: 116,832 km²
População: 5.528 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Macieira
- SC |
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Até 1935, a região
era habitada por jagunços. A partir da chegada de
imigrantes descendentes de italianos, começou de
fato o povoamento da localidade.
Os primeiros colonizadores construíram suas casas
perto de três macieiras e, como o estilo das casas
lembrava paióis, o povoamento foi chamado Paiol de
Macieira e, mais tarde, apenas Macieira. Hoje não
existem mais macieiras na região.
Em 1952, Macieira passou a distrito de Caçador e
40 anos depois obteve sua emancipação político-administrativa.
Área: 260,072 km²
População: 1.787 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Marema - SC |
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Em 1940, gaúchos descendentes
de imigrantes italianos, oriundos de Erechim, Guaporé
e Nova Prata, chegaram à região de Marema
para explorar a madeira nativa.
O local lembrava os pântanos da Itália, chamados
de "maremma", e vem daí o nome do município.
Quando era distrito chegou a chamar-se Marrecas, mas, por
haver outras localidades com a mesma denominação,
o lugar foi batizado Marema depois da emancipação.
Mais tarde chegaram - também vindas do Rio Grande
do Sul - famílias de descendentes de alemães
e de poloneses.
Área: 103,616 km²
População: 2.275 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Nova
Itaberaba - SC |
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Migrantes gaúchos
descendentes de italianos foram os primeiros colonizadores
de Nova Itaberaba.
Atraídos pela possibilidade de enriquecer com a
extração da madeira, eles chegaram no início
da década de 1940 e descobriram mais do que madeira-de-lei:
acharam os filões de ametista nos morros e vales
da região, facilmente encontrados até hoje.
Vem daí o nome "Itaberaba", que em tupi-guarani
significa "pedra que brilha". Como já existia
uma cidade com o mesmo nome na Bahia, a localidade passou
a se chamar Nova Itaberaba.
Área: 137,583 km²
População: 4.222 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ouro
- SC |
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O nome "Ouro" vem
dos trigais dourados da região, colonizada por descendentes
de italianos. Com a implantação da ferrovia
Paraná-Santa Catarina, depois Rede Ferroviária
Federal S/A, imigrantes vindos do Rio Grande do Sul instalaram-se
no meio-oeste de Santa Catarina.
Ouro desmembrou-se de Capinzal em 23 de
janeiro de 1963 e foi instalado oficialmente no dia 07 de
abril do mesmo ano.
Os armazéns, como eram chamados,
comercializavam gêneros alimentícios para suprir
as necessidades dos trabalhadores da ferrovia e suas famílias
- essa foi a primeira atividade econômica do lugar.
Paralelamente, desenvolvia-se a criação e
abate de gado e de suínos, dando suporte ao comércio,
que prosperou com a fixação das famílias,
após a conclusão da ferrovia.
A boa infra-estrutura para escoamento da
produção agrícola foi responsável
pela instalação das Indústrias Reunidas
Ouro, estimulando a atividade econômica.
Hoje, o município é destaque
em nível estadual na produção de suínos
e aves e também devido ao grande número de
propriedades rurais.
Área: 206,229 km²
População: 7.231 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ouro
Verde - SC |
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A abundância de pinheirais
atraiu os primeiros colonizadores à região
de Ouro Verde.
Eram descendentes de italianos vindos do
Rio Grande do Sul em busca de novas oportunidades. Foram
instaladas 10 serrarias na então chamada Anta Gorda,
antigo nome de Ouro Verde.
O transporte das toras até Passo
Fundo, no Rio Grande do Sul, era trabalhoso.
Levadas por juntas de bois até o
Rio Chapecozinho, cruzavam a corrente de balsa. A viagem
demorava até 12 dias. No mesmo período, a
região recebeu caboclos paranaenses e paulistas que
também buscavam a riqueza dos pinheirais.
Ouro Verde emancipou-se de Abelardo Luz
em 1992.
Área: 189,270 km²
População: 2.179 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Paial
- SC |
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Paial localiza-se na região
sul do Brasil. Possui extensão de 93 quilômetros
quadrados, com clima subtropical.
Predomina a pequena propriedade, na condição
de minifúndio. Sua base econômica é
a agricultura, avicultura, suinocultura e gado leiteiro.
Devido as dificuldades encontradas pelos
habitantes para efetuarem registros e para obterem melhores
condições administrativas, os moradores de
Paial entraram com pretensão na Câmara Municipal
de Itá, solicitando a emancipação a
distrito. Foi aprovado e instituído em 16 de setembro
de 1962. No dia 25 de setembro de 1993 escolheu-se a comissão
pró-emancipação. Dias após,
posta em votação.
Dos 294 eleitores que votaram, somente
um se posicionou contra. A votação na Assembléia
Legislativa ocorreu no dia 16 de agosto de 1994, aprovado
por unanimidade pelos deputados.
A votação em plebiscito ocorreu
no dia 19 de março de 1995.
Paial emancipou-se em 04 de julho de 1995.
A primeira eleição aconteceu em 03 de outubro
de 1996. O prefeito eleito foi o Sr. Névio Antonio
Mortari, que em 2000 foi reeleito.
Paial possui 2055 habitantes.
Área: 85,761 km²
População: 1.830 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Passos
Maia - SC |
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Na década de 1940,
gaúchos e paranaenses descendentes de imigrantes
italianos chegaram às terras de Passos Maia, que
na época chamava-se Bebedouro.
Os colonizadores vieram atraídos pela madeira abundante.
Poucos anos depois foi construída, onde hoje é
o centro da cidade, a Igreja São Jorge - toda em
madeira, inclusive a torre do sino.
A derrubada desordenada das matas trouxe uma crise para
o setor madeireiro e levou à necessidade de uma política
de reflorestamento na região.
O nome Passos Maia é uma homenagem a um ex-prefeito
de Chapecó, que também foi delegado de polícia
em Xanxerê e em Joaçaba.
Área: 614,432 km²
População: 4.555 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Peritiba
- SC |
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O município de Peritiba
teve sua origem com terras que eram adquiridas da Companhia
Mtiller & Shen e pertenciam ao Município de Cruzeiro
do Sul, hoje Joaçaba.
Inicialmente chamou-se Arroio dos Veados
e posteriormente Alto Veado, pela abundância destes
animais existente no local.
Entre outubro e dezembro de 1953, por sugestão
dos Padres João Zelesny e Nestor Kuhn e com a Fundação
do Seminário, a comunidade passou a chamar-se Peritiba,
que em tupi-guarani significa Terra das Palmeiras.
Os primeiros imigrantes chegaram em 1919.
Peritiba foi elevada à categoria
de Vila e transformada num Distrito do Município
de Piratuba pela Lei nº 728, de 24 de junho de 1961.
A instalação do distrito
ocorreu no dia 15 de agosto de 1961, sendo nomeado como
primeiro intendente o Sr. Magnus Leopoldo Kerber.
O primeiro prefeito de Peritiba foi Raymundo
Acapitus Ely, nomeado pelo governador para, provisoriamente
administrar Peritiba, no período de 15 de Agosto
de 1963 a 24 de novembro de 1963.
O primeiro prefeito eleito foi Antonio
Dealmo Hermes, que exerceu seu mandato executivo no período
de 25 de novembro de 1963 a 31 de janeiro de 1969.
Cerca de 65% da população
do município é economicamente ativa. A principal
atividade econômica está na agropecuária,
tendo como destaque a suinocultura, seguida pela produção
de milho, avicultura de corte, bovinocultura de leite, feijão
e apicultura.
Com menor expressão tem-se as culturas
de soja, arroz, mandioca, fumo e trigo.
Existem no município cerca de 80
estabelecimentos comerciais. São pequenas e micro-empresas
que geram um número muito reduzido de empregos.
A indústria também é
pouco representativa, contando com três serrarias
para extração e beneficiamento de madeiras,
quatro pequenas fábricas de móveis, um posto
de resfriamento de leite, uma fábrica de artefatos
de cimento, uma fábrica de chinelos e algumas confecções
de malha.
A população é atendida
por uma agência bancária, BESC, e por um posto
da Cooperativa de Crédito Rural do Alto Uruguai Catarinense,
localizadas na sede do município.
Gentílico: peritibense.
Área: 96,407 km²
População: 2.977 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Pinheiro
Preto - SC |
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Os primeiros colonizadores,
todos descendentes de italianos, vieram do Rio Grande do
Sul entre 1909 e 1910.
A origem do nome Pinheiro Preto remonta
à época da construção da estrada-de-ferro
São Paulo-Rio Grande do Sul.
Os operários que trabalhavam na
obra identificaram, em meio à floresta, um pinheiro
enegrecido pelo fogo e que permanecia forte e altaneiro
apesar da ação do tempo. Aí os construtores
passaram a identificar o local como "lugar do Pinheiro
Preto", que ficou sendo o nome da estação
e, posteriormente, do município.
Os primeiros agricultores se instalaram
a partir de 1917, entre eles grupos de alemães. Com
o tempo, o pequeno povoado cresceu e se tornou distrito
de Videira, emancipando-se em 19 de maio de 1962. Pinheiro
Preto tem em sua História algumas passagens curiosas.
Foi nessa cidade que, em 24 de outubro de 1909, aconteceu
o primeiro assalto ao "trem pagador" do Brasil.
Era o trem que trazia o dinheiro para pagar os 10.000 funcionários
que trabalhavam na construção da estrada-de-ferro
que liga o Rio Grande do Sul a São Paulo.
José Antônio Oliveira, conhecido
por Zeca Vacariano, foi o "cabeça" do crime
- ele era um dos vários taifeiros da estrada-de-ferro.
Zeca Vacariano contratou funcionários por conta própria,
não teve como pagá-los e quis resolver o problema
roubando o dinheiro.
Junto com mais 30 homens, assaltou o trem
pagador e entrou para a História. Ninguém
foi preso.
Área: 65,705 km²
População: 3.048 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Piratuba
- SC |
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A história de Piratuba
iniciou em 1910, quando a “Brazil Railway” construiu
a estrada de ferro São Paulo/Rio Grande do Sul e
teve necessidade de instalar no baixo Vale do Rio do Peixe
um acampamento para seus operários. Esse antigo núcleo
chamava-se Vila do Rio do Peixe, assim permanecendo até
18 de fevereiro de 1949, quando foi elevado à categoria
de Município, chamando-se então Piratuba,
em tupi-guarani significa “abundância de peixes”.
Os desbravadores, na sua maioria, vieram da colônia
velha gaúcha.
Em 1964, a Petrobrás, pesquisando petróleo
em terras catarinenses, veio explorar às margens
do Rio do Peixe e, nas proximidades de Piratuba, perfurou
um poço, que atingiu 2271,30m, sem, no entanto, encontrar
o “ouro negro”, mas, descobrindo um lençol
de águas sulforosas, situado a 674m de profundidade,
em torno do qual, surgiu as Termas de Piratuba.
Considerado pólo potencial na divisão turística
do Estado, Piratuba faz parte da zona turística do
Vale do Rio do Peixe.
Área: 145,701 km²
População: 4.446 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Planalto Alegre - SC |
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Os primeiros colonizadores
chegaram à região por volta de 1940. Eram
imigrantes italianos de índole festiva, que gostavam
de cantar e de dançar.
Daí o "alegre" do nome da cidade - uma
região plana, porém alta, razão de
"planalto". Desde o início prevaleceu a
mão-de-obra familiar, em pequenos lotes de 10 hectares.
Os italianos dedicaram-se inicialmente à agricultura
de subsistência. O município emancipou-se de
Caxambu do Sul no final de 1991.
Área: 62,632 km²
População: 2.767 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ponte
Serrada - SC |
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A colonização
de Ponte Serrada teve início em 1917. Descendentes
de italianos vindos do Rio Grande do Sul foram atraídos
pelas riquezas naturais do lugar, como o pinheiro araucária,
a erva-mate e a imbuia.
Os tropeiros que passavam pela região e os colonos
que viviam no território - alguns de ascendência
alemã - decidiram construir uma ponte, que foi feita
de madeira serrada à mão.
A novidade (até então todas as pontes eram
construídas com tábuas e vigas lascadas) deu
origem ao nome da cidade, antes conhecida como Pouso dos
Tropeiros.
O município foi criado em 21 de junho de 1958, instalado
no dia 27 de julho do mesmo ano e tornado sede de comarca
em 1967.
Área: 570 km²
População: 11.724 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Presidente
Castelo Branco - SC |
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Dois Irmãos foi o
nome do povoado fundado em meados de 1935, com a chegada
dos imigrantes italianos vindos do vizinho Estado do Rio
Grande do Sul, André e Pedro Sampietro.
Com a denominação de Dois
Irmãos, a região que hoje compõe o
município de Presidente Castello Branco fez parte,
a princípio, de dois municípios, ou seja,
parte de seu território pertencia ao município
de Cruzeiro (atual Joaçaba) e, parte dele ao município
de Campos Novos.
Ocorrida a emancipação do município
de Concórdia no ano de 1934, Dois Irmãos,
área até então sob a jurisdição
de Cruzeiro, foi a ele anexado, desagradando a liderança
político-administrativa do município de Cruzeiro,
o qual passou a lutar pela posse da área (sua por
direito).
Assim sendo, no ano de 1934, Dois Irmãos
retorna a pertencer à jurisdição do
município de Cruzeiro através do Decreto Lei
nº 941, sendo mais tarde administrado pelo distrito
de Jaborá.
Entretanto, mediante a criação
do município de Capinzal em 30 de dezembro de 1948,
através da Lei nº 247, com área desmembrada
dos municípios de Cruzeiro e Campos Novos, o povoado
de Dois Irmãos foi a ele anexado.
Em 29 de setembro de 1952, o povoado de
Dois Irmãos é elevado à categoria de
Distrito, onde, desde então o sonho de conquistar
e constituir sua própria sede administrativa, passou
a fazer parte do dia a dia de sua população.
De conformidade com a Lei Municipal nº
10/62, da Câmara Municipal de Vereadores de Capinzal,
que cria o município de Ouro, e da Lei Estadual nº
870/63, aprovando a respectiva criação, Dois
Irmãos passa a integrar o território do município
de Ouro.
Em 11 de novembro de 1963, Dois Irmãos
conquista seu tão esperado sonho: É elevado
à categoria de município através da
Lei 931, porém, sua instalação ocorre
somente em 04 de fevereiro de 1964, data em que comemora-se
o aniversário de emancipação político-administrativa
do município.
No ano de 1965, através da Lei Estadual
nº 1037, de 29 de dezembro de 1965, o Município
de Dois Irmãos passa a ter nova denominação:
Município de Presidente Castello Branco.
Baseado economicamente na agricultura e
agropecuária com grande produção de
suínos.
Área: 70,211 km²
População: 1.779 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Quilombo
- SC |
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Os primeiros colonizadores,
descendentes de alemães, italianos e poloneses, vindos
do Rio Grande do Sul, chegaram em 1940.
O local onde está hoje o município de Quilombo
já era povoado por um grupo de pessoas que, iludidas
por um falso profeta, acreditava estar próximo o
fim do mundo e que seriam elas as únicas sobreviventes.
Um soldado do governo, ao encontrar o grupo de fanáticos
na mata, às margens do rio Chapecó, afirmou
que eles pareciam os sobreviventes do Quilombo dos Palmares
- daí o nome da cidade.
Área: 279,279 km²
População: 11.259 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Salto
Veloso - SC |
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A História de Salto
Veloso inicia com a chegada de Antônio Veloso, o primeiro
morador, que se estabeleceu perto de uma cachoeira existente
na região.
A partir de então, o local passou
a ser identificado pelos tropeiros como o Salto do Veloso.
A partir de 1924, chegam à região famílias
de descendentes de italianos, vindas do Rio Grande do Sul,
que dão um forte impulso à economia do lugar.
Salto Veloso é o berço da
Perdigão S/A, sendo considerada a Capital Nacional
do Hambúrguer e Capital Estadual do Boi Confinado.
Área: 105,042 km²
População: 4.367 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Seara
- SC |
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Seara, cuja denominação
significa – terra de abundantes grãos cerealíferos
– tem o seu nobre povo a semear no tempo, muito trabalho
e dedicação, o que lhe faz merecer colher
na sua história presente, os frutos desta parceria
– “Seara e seu Seareiro” – Terras
da empresa colonizadora Rio Branco Ltda, Nardi, Rizzo &
Simon, iniciou-se a demarcação das mesmas
no ano de 1924, principiando a colonização
propriamente dita, gerenciada por Antonio Zanuzzo, no ano
de 1927, quando se estabeleceu o povoado de Nova Milano,
hoje Seara.
Agricultores pobres, provenientes do Rio
Grande do Sul, das regiões próximas a Guaporé,
Serafina Correa, Casca e imediações, vinham
a se estabelecer em Nova Milano, munidos apenas de suas
precárias ferramentas de agricultura, suas sementes
e seus sonhos de futuro.
Adquiriam, em média, uma ou duas
colônias de terra, caracterizando-se, desde a origem,
o sistema minifundiário, onde vinham a cultivar basicamente
o milho, trigo, cevada, aveia, arroz, mandioca e, criando
suínos, bovinos, caprinos e galináceos como
atividade imediata de sua produção agrícola.
Originalmente, Nova Milano (Seara), pertencia
ao Distrito de Itá, do Município de Cruzeiro
(atual Joaçaba) criado em 1917 e a ele pertencendo
até o ano de 1934, quando da instalação
do Município e Comarca de Concórdia, continuando
conhecida como Vila Nova Milano do Distrito de Itá,
município de Concórdia.
Passou à condição
de Distrito de Seara do Município de Concórdia,
na data de 15 de março de 1944, em pleno curso da
Segunda Guerra Mundial, ocasião em que mudou sua
denominação de Nova Milano para Seara, em
razão de estar o Brasil em guerra junto aos aliados
contra o Eixo, e Milano referendava a cidade de Milão,
da Itália inimiga.
Foi a denominação Seara,
sugerida pelo então prefeito de Concórdia,
Dogello Goss, motivado pela correspondência emitida
pelo Estado ao Acampamento de Seara, dirigido pelo Engenheiro
Agrimensor Carlos Otaviano Seara, encarregado de trabalhos
de demarcação de terras pelo Estado e também,
segundos suas explicações, considerando o
vasto significado de Seara – terra de cultivo de cereais,
messe, agremiação, comunidade, igreja, união,
etc. e o fato muito bem notado de ser a região grande
produtora de trigo e outros cereais.
Seara Distrito veio a emancipar-se de Concórdia
em 03 de abril de 1954, após intenso confrontamento
político com Itá e Arabutã, pretendentes
a sediar o novo município que se formaria na ordem
territorial da região.
Todavia, prevaleceu por méritos
e direitos a indicação de ganho de sede do
neo-município a Seara, de vez que só no item
arrecadação tributária, tinha por mínimo
legal exigível a quantia de cr$ 300.000,00.
Seara arrecadava cr$ 1.200.000,00, ou seja,
o quádruplo exigido, em muito superior aos seus concorrentes,
dando assim, plena mostra de seu desenvolvimento.
Em 03 de abril de 1954, instalava-se o
município de Seara, com área de 898,36 quilômetros
quadrados.
A rica produção colonial
searaense tinha como destino certo de comercialização,
Concórdia, até que em 1951, iniciava suas
atividades os Moinhos da Seara S/A – Indústria
e Comércio, com moagem de trigo, milho e descascamento
de arroz, com silo próprio e após, fábrica
de ração, conseguindo desenvolver amplo mercado
e possuindo filial e armazéns no Porto de São
Francisco do Sul – SC.
Foi esta primeira empresa de porte que
viabilizou arrecadações que permitiram a emancipação
política searaense.
As atividades cerealíferas evoluíram
naturalmente com o neo-município, propiciando condições
ao surgimento de um abatedouro frigorífico de suínos,
que iniciou suas atividades no ano de 1958, com a denominação
Frigorífico Seara S/A, lançando desde então
o nome dos afamados produtos da marca Seara – amplamente
conhecidos e apreciados no Brasil e exterior.
O município de Seara, contendo hoje
somente 316,65 quilômetros quadrados, tem o seu suporte
financeiro baseado nas atividades da sua maior indústria,
a Seara Alimentos S/A , ocupando o município a expressiva
condição de 26ª arrecadação
tributária no Estado Catarinense, dando clara conotação
de suas potencialidades.
A unidade da Seara Alimentos S/A emprega
cerca de 2000 operários, e abte 3.500 suínos/dia,
120.000 aves/dia, além de oportunizar inúmeros
empregos indiretos de uma série de atividades e serviços
terceirizados e subsidiados, e do seu vasto sistema de integração
de suinocultores e avicultores.
A empresa tem sua administração
central junto a cidade de Itajaí – SC.
A singular conformação das
terras searaenses com seus montes e vales bordados de riachos
e verde, a fartura dos grãos que produz, a crescente
preocupação e interesse de ordem ambiental,
ecológica e qualitativa de vida da sua população,
aliada ao sistema produtivo, faz jus ao nome que lhe foi
dado de Seara, com seus adjetivos e predicados, enaltecendo
a terra e a laboriosa gente searaense.
O povo gracioso e hospitaleiro da sede
do município e dos seus dois distritos, Caraíba
e Nova Teutônia, tudo fazem na sua simplicidade para
bem receberem seus visitantes e turistas.
Nova Teutônia possui um acervo museológico
da máxima importância, com o seu Museu Entomológico
Fritz Plaumann, o maior conjunto entomológico das
Américas e que recebe inúmeros visitantes
e estudiosos do Brasil e exterior, estabelecendo para Seara
um turismo científico e cultural admirável.
O povo searaense, mescla de descendência
das origens italiana, alemã, eslava, proveniente
de migração de frentes avançadas da
colonização destas etnias no limítrofe
esta do Rio Grande do Sul, aqui vieram a se estabelecer
para predestinar Seara à sua condição
atual de merecida grandeza dentro do cenário sócio-econômico
do Estado Catarinense.
Área: 312,540 km²
População: 17.827 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Tangará - SC |
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A colonização
de Tangará começou em 1910, com a instalação
de uma parada de trens, a Estação de Rio Bonito.
Em 1927, Rio Bonito - como era chamada Tangará -
virou distrito de Campos Novos e, em 1943, distrito de Videira.
No ano de 1948 conseguiu sua emancipação.
Área: 389,184 km²
População: 8.611 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Treze
Tílias - SC |
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Treze Tílias foi fundada
por imigrantes da região do Tirol Austríaco
que fugiam da grave crise econômica que assolava a
Europa no período entre-guerras.
O então ministro da Agricultura da Áustria,
Andreas Thaler, trouxe o primeiro grupo de 82 famílias
de imigrantes, que chegou à região em 13 de
outubro de 1933.
A colônia recebeu o nome de "Dreizehnlinden"
(Treze Tílias), em homenagem ao poeta Wilhelm Weber,
que enaltecia a árvore em suas obras - a Tília
é uma árvore de grande beleza, muito comum
na Áustria e que se adaptou muito bem no município.
Vários outros grupos de imigrantes, na maioria originários
do Tirol Austríaco, juntaram-se depois aos pioneiros.
Área: 185,205 km²
População: 6.004 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Vargeão
- SC |
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A cidade de Vargeão
foi colonizada por volta de 1938, através da Colonizadora
Cruzeiro, quando chegaram os primeiros imigrantes descendentes
de italianos, oriundos do Rio Grande do Sul.
O município foi criado em 16 de
março de 1964 e sua instalação definitiva
ocorreu em 21 de abril do mesmo ano. Mas a história
que os habitantes mais gostam de contar é sobre a
origem da cratera aberta por um meteoro na localidade: há
milhões de anos, uma brilhante bola de fogo rasgou
o céu e avançou rapidamente sobre a Terra,
caindo na área de Vargeão. Com o choque, milhares
de toneladas de rochas foram derretidas e pulverizadas,
transformando-se em arenito.
A formação, denominada pelos
geólogos de "Domo de Vargeão", é
constituída por uma depressão topográfica
de cerca de 150m, sendo a parte central da estrutura um
depósito de arenito, utilizado na construção
civil. No entanto, estudos recentes comprovam sua utilidade
em tratamentos estéticos, terapêuticos e medicinais.
Área: 166,9 km²
População: 3.685 hab. est.
IBGE/2009 [3] |
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Vargem
Bonita - SC |
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Os primeiros imigrantes que
chegaram na região eram de origem italiana, oriundos
do Rio Grande do Sul, em busca das riquezas do Meio-Oeste
catarinense.
Várzeas, vales e os lindos montes cativaram os fundadores
de Vargem Bonita, que construíram ali suas casas
de pau-a-pique.
Os tropeiros que usavam a localidade para pouso, acampando
junto ao encontro das águas de três riachos,
batizaram o local.
Área: 298,610 km²
População: 4.279 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Xanxerê
- SC |
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Xanxerê era habitada
por índios guaranis e kaingangs até o início
do Século XX, quando alguns fazendeiros estabeleceram-se
na região, iniciando o ciclo da madeira e a criação
de gado.
Tempos depois, o deslocamento de imigrantes do Rio Grande
do Sul trouxe descendentes de italianos e de alemães
para a cidade, que pertenceu a uma área disputada
por Brasil e Argentina.
Área: 381,41 km²
População: 42.174 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Xavantina
- SC |
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A ocupação
das terras do atual município fez parte do projeto
que defendia a colonização do Oeste Catarinense
nas primeiras décadas do século XX. Seus habitantes,
na grande maioria, são descendentes de imigrantes
italianos provindos da Serra Gaúcha.
Famílias numerosas, dificuldades
econômicas e sobretudo, o sonho de um pedaço
de terra para garantir o sustento do núcleo familiar,
foram os principais fatores que impulsionaram a migração
para o Oeste Catarinense.
A partir de 1920, começaram a chegar
as primeiras famílias que fundaram a comunidade de
Anita Garibaldi.
Com muita luta e trabalho destas famílias,
Anita Garibaldi cresceu dando origem ao município
de Xavantina, emancipado em 02 de fevereiro de 1964, contando
hoje com uma população de 4.391 habitantes,
ocupando uma área de 203,39 quilômetros quadrados.
Xavantina é hoje o maior produtor
de suínos percapta do Brasil, sendo este o principal
fator econômico, destancando-se também na agricultura.
Área: 215,069 km²
População: 4.316 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Xaxim
- SC |
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Antes habitada por índios
e caboclos, a região de Xaxim começou a ser
colonizada em 1920, com a chegada de imigrantes italianos
oriundos do Rio Grande do Sul.
Atraídos pelas terras férteis
e próprias para a agricultura, as famílias
Lunardi e Camargo deram início ao povoado, com a
construção de pequenas casas e de uma capela.
Mais tarde, chegaram imigrantes alemães e alguns
poloneses.
Xaxim, na língua indígena,
significa "pequena queda dágua" e os imigrantes
escolheram esse nome devido às pequenas cachoeiras
do lugar.
Área: 294,715 km²
População: 25.444 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Zortéa
- SC |
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A história de Zortéa
começa em 1930, com a chegada dos fazendeiros paulistas
Cipriano Rodrigues de Almeida e Felisberto dos Santos.
O local até então era habitado
por caboclos, que moravam nas margens do Rio Pelotas, na
divisa com o Rio Grande do Sul. Com a ajuda dos negros descendentes
de escravos que também viviam na região, os
fazendeiros abriram picadas nas matas e deram início
à agricultura de subsistência.
Em 1939 começaram a chegar os descendentes
de italianos, representados pelas famílias Dambros,
Mantovani e Pazza. Sob o comando dos Dambros, instalaram
uma serraria, atraídos pelos pinheirais.
Em 1946, outros dois italianos interessaram-se
pelo negócio: Antonio Zortéa Primo e Guilherme
Brancher, que compraram a serraria e a transformaram na
madeireira Zortéa S/A, que existe até hoje.
Surgiu, então, a primeira vila operária.
O nome da cidade se deve ao empenho de Antonio Zortéa
pela emancipação político-administrativa,
ocorrida em 29 de dezembro de 1995.
Área: 190,149 km²
População: 3.015 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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| RIO GRANDE DO SUL |
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Aratiba
- RS |
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Aratiba é o 117º
município criado no Estado. No ano de 1917, os primeiros
moradores, instalaram-se, para adquirirem suas colônias
da Cia Luce Rosa S.A, responsável pela exploração
destas terras que pertenciam ao município de Erechim.
Em 1919, quando iniciou seu povoamento,a localidade chamava-se
Rio Novo. Em 1924 passou a ser o 7º distrito de Erechim.
A partir do ano de 1944, passou a chamar-se Aratiba que
é uma aglutinação de origem tupi-gurarani
que significa:
Ara (periquito, arara pequena) e Tiba (uma grande quantidade).
Aratiba- lugar de muitos periquitos. Em 1951 foi criada
a paróquia subordinada a Diocese de Passo Fundo.
A formação ética predominante é
de italianos, alemães, poloneses e russos, que para
cá trouxeram seus constumes, hábitos de origem
e destacaram-se a agricultura, pecuária e comércio.
Área: 341,072 km²
População: 6.690 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Barão
de Cotegipe - RS |
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Barão de Cotegipe
está situado na região do Alto Uruguai e seu
território foi desmembrado do município de
Erechim, do qual era Distrito.
Sua área de 309 Km2, compreende parte das secções
Paiol Grande, Mocambo, Tapir, Rio Azul, Palomas e 2ª
secção Cravo. Em 1 de junho de 1964, teve
sua emancipação decretada pela Lei 4737.
O nome é uma homenagem ao sr. João Mauricio
Wanderley, grande figura do tempo do Império, que
foi deputado, senador e ministro várias vezes.
Área: 259,907 km²
População: 6.724 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Barra do Rio Azul - RS |
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Emancipou-se em 1992, possui
uma área de 147Km², o que representa 0,05% do
território estadual.
Situa-se às margens do Rio Uruguai, na região
norte do Rio Grande do Sul, sendo limitado com o Estado
de Santa Catarina.
Antes de emancipar-se, pertencia ao município de
Aratiba.
Área: 147,571 km²
População: 1.978 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Barracão
- RS |
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A colonização
de Barracão deu-se a partir de 1716, quando os bandeirantes
de São Vicente penetraram no território.
Em 1731 foi criada a Vila de Barracão, e em 30 de
maio de 1964 foi criado o município, pelo Decreto
Lei nº 4732.
Sua superfície é de 526 km2. A economia é
baseada principalmente na agricultura e pecuária.
Localiza-se na porção norte-nordeste do Estado,
na região fisiográfica dos Campos de Cima
da Serra.
A etnia predominante é a portuguesa e com um número
considerável de italianos e alemães. Com a
conclusão da ponte que liga ao Estado de Santa Catarina
e o asfaltamento da RST 343, o município criou perspectivas
de crescimento e progresso na área industrial.
Área: 516,288 km²
População: 5.401 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Benjamin
Constant do Sul - RS |
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O município de Benjamin
Constant do Sul foi criado em 29 de dezembro de 1995, pela
Lei Estadual n.º 10645.
Seu desmembramento de São Valentim, município-mãe,
deu-se em 01 de janeiro de 1997. Segundo dados do IBGE,
o município possui 2722 habitantes, destes 256 residem
na zona urbana e 2466 na zona rural.
Quanto a etnia, a população é constituída
por índios (guaranis e kaigang), alemães,
poloneses e negros. A topografia do relevo é predominantemente
acidentada.
Área: 132,396 km²
População: 2.188 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Bom
Jesus - RS |
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Antes da criação
do povoado, os indígenas ocuapvam toda região,
cujos vestígios aparecem até hoje em cavernas
e terras de cultivos.
Mais tarde vieram os bandeirantes paulistas
e os tropeiros que iniciaram as primeiras fazendas. Todo
território pertencia ao município de Santo
Antônio da Patrulha e depois a Vacaria, também
era conhecido como o Terceiro Distrito da Costa, devido
sua proximidade com o mar. A distância que separa
o distrito de Vacaria era grande e os meios de transportes
tão precários que o povo começou a
lutar pela criação de uma capela em local
mais próximo e acessível. Bom Jesus foi criado
em 21 de maio de 1879 com o nome de Capela do Senhor do
Bom Fim (nome dado devido a devoção de Manoel
Silveira de Azevedo, dono das terras, o qual fez uma promessa
que se viltasse são e salvo da Guerra do Paraguai,
iria formar uma capela).
Em 16 de julho de 1913, Bom Jesus emancipou-se
através do Decreto n.2000, durante o governo do Dr.
Antônio Augusto Borges de Medeiros, e teve como primeiro
intendente municipal o engenheiro Artur da Silva Ferreira.
As famílias colonizadoras vieram de diferentes regiões
e países, trazendo consigo diversos culturas. Aos
indígenas juntaram-se os portugueses, italianos,
alemães e negros.
Em 1918, por decreto de D. Miguel de Lima
Valverde, bispo de Santa Maria, Bom Jesus passou a categoria
de paróquia em 1940 à cidade.
Pelos campos de Bom Jesus passaram grande
mártires em operação de guerra, como
na Revolução Farroupilha. Entre eles aparecem
Anita Garibaldi, Bento Gonçalves, David Canabarro,
etc..
O interesse político por Bom Jesus
deu-se devido ao fato de haver no município o maior
posto de arrecadação de impostos e controle
do Governo Imperial, na província do Rio Grande de
São Pedro, localizado no Rio Pelotas, no chamado
Passo de Santa Vitória ou Guarda Velha.
Área: 2.625,681 km²
População: 12.201 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Cacique
Doble - RS |
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O nome Cacique Doble é
uma homenagem ao cacique indígena Faustino Ferreira
Doble, da tribo kaigang.
O município caracteriza-se pela existencia de duas
tribos: kaigang e tupi-guarani. Hoje, são mais ou
menos 650 índios ali vivendo e cultivando parte dos
4426ha de terras férteis.
Dedicam-se também ao artesanato, confeccionando
peneiras, balaios, chapéus, arcos e flechas.
A colonização iniciou-se por volta de 1903,
quando chegaram na região as primeiras famílias
de italianos, procedentes de Caxias do Sul. Em 01 de janeiro
de 1916 a Câmara Municipal de Vereadores da Lagoa
Vermelha resolveu promover Cacique Doble à sede de
distrito.
Em 01 de junho de 1964, Cacique Doble foi mancipado.
Área: 203,908 km²
População: 5.008 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Campinas
do Sul - RS |
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Em fevereiro de 1939, no
município de Erechim, iniciou-se o povoamento do
atual município de Campinas do Sul, que foi elevado
à categoria de vila pela Lei Municipal nº 130,
em 29 de novembro de 1951.
A populaação possui preponderantemente origem
italiana; todavia, cultuam acentuado espírito religioso
de outros municípios do RS, visto terem escolhido
Nossa Senhora dos Navegantes como padroeira do município.
Em função de seu progresso, Campinas do Sul
emancipou-se de Erechim, pela Lei nº 3705, de 31 de
janeiro de 1959.
Seu nome origina-se das campinas existentes na região,
que o próprio povo usava como denominação.
Em 1964, um dos seus distritos emancipou-se, surgindo assim
Jacutinga.
Área: 261,321 km²
População: 5.745 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Carlos
Gomes - RS |
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Outrora pertencente ao município
de Viadutos, a localidade emancipou-se em 1992, tendo iniciado
o seu processo de emancipação dois anos antes.
Assim chamado em homenagem ao primeiro
grande compositor brasileiro, autor da célebre ópera
"O Guarani" de 1870. Os habitantes de Carlos Gomes
são basicamente descendentes de poloneses, cuja colonização,
iniciada em 1902, trouxe as famílias Amadigi, Sloginski,
Voyakoski, Mikoanski, Disarz, Jakubowski e Mocfa.
Um município essencialmente agrícola,
e é, também, um grande produtor de suínos.
Área: 83,154 km²
População: 1.718 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Centenário
- RS |
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Centenário é
um dos municípios a configurar no mapa e na história
do Rio Grande do Sul. Entretanto, o início da colonização
se deu entre 1900 e 1902, quando as famílias Moreira,
Haboski, Preczewski, Bartnik, Pogorzelski, Czehoski, Smolinski,
Sczepkewski, Grzybovski e Sulkoski chegaram a localidade,
oriundas, em sua grande maioria, da Polônia.
A localidade foi elevada à Distrito
no ano de 1958, e tentou a emancipação pela
primeira vez em 1987. O movimento não obteve êxito
porque somente Áurea, então Distrito, tinha
documentação pronta para se emancipar.
A oportunidade de Centenário chegou
três anos mais tarde, quando iniciou novamente o processo
de emancipação; em abril de 1990. Hoje, o
município de Centenário, composto por descendentes
de imigrantes europeus, sobretudo por poloneses, tem como
fonte econômica a agricultura, com base na produção
de soja, milho, trigo, erva-mate, feijão e fumo,
na suinocultura e na criação de gado.
O povo de Centenário, agora emancipado,
almeja como nova conquista o incremento de sua produção
agrícola através do crescente desenvolvimento
desta região.
Área: 134,331 km²
População: 3.100 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Charrua
- RS |
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Charrua é palavra
originária do Tupi-Guarani e significa "instrumento
de trabalho".
Distante 13km do município de roigem, Tapejara.
Localiza-se alim, também, uma área indígena
bastante populosa e autônoma.
Os primeiros imigrantes alemães e italianos que
ali chegaram por volta de 1893, encontrarm os indígenas
do Grupo Tapuias, denominados índios Caingangues.
Área: 198,125 km²
População: 3.642 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Cruzaltense
- RS |
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Até 1944 o então
município de Cruzaltense era áre coberta por
pinhais e florestas.
Surgiu a primeira serraria que tinha como
donos Hopen e Petry e como gerente Ulrich Hermann Hoschele
que vieram de Cruz Alta, daí surgiu o nome.
Anos depois Hoschele adquire terras e faz
o primeiro loteamento da vila dando o nome de Vera Cruz.
Passados anos se descobre que no RS há um município
com o mesmo nome, pelo ano de 1988 volta a se chamar Cruzaltense.
Historicamente fez parte do território
da fazenda Quatro Irmãos que o governo brasileiro
concedeu para a Empresa Inglesa de Colonização.
Os primeiros desbravadores que chegaram
tiveram que abrir picadas com facões, foices e machados
e escolher o lugar para instalar a primeira serraria onde
hoje é a sede do município.
Área: 165,717 km²
População: 2.266 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Entre
Rios do Sul - RS |
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Entre Rios do Sul, já
foi chamada de Vila Alegre em 1959, quando os funcionários
da Cia Estadual de Energia Elétrica CEEE, realizavam
levantamento da área.
Eram os primeiros passos para a implantação
da Usina Hidrelétrica do rio Passo Fundo. A partir
daí ergue-se a primeira escola, a capela.
Em 1963 pelo Decreto nº 067, foi criado o 4º
Distrito de São Valentim, Vila Alegre, já
considerando-se o crescimento demográfico da região.
E, somente em 09 de maio de 1988, sob a Lei Estadual nº
8.614, criou-se o município de Entre Rios do Sul.
Área: 120,444 km²
População: 3.087 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Erechim
- RS |
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A história de Erechim
inicia em 3 de agosto de 1910, com a vinda da ferroia. Inicialmente
o povoado chamava-se Paiol Grande.
Em 30 de abril de 1918, foi emancipada
passou a chamar-se Boa Vista. A cidade foi planejada e projetada
pelo engenheiro Carlos Torres Gonçalves, qur baseou-se
nos traçados de Belo Horizonte, Mar del Plara e Paris.
Através da estrada de ferro, os
imigrantes europeus e aqueles que procediam das "terras
velhas" (Caxias do Sul). Desprovidos de um mínimo
de conforto, ao colonizador restou ir à luta, desbravar,
trabalhar e esperar pelos frutos do seu esforço.
As quatros etnias que aqui se estabeleceram
foram a alemã, a italiana, a polonesa e a israelita.
Os que chegavam em sua maioria, vinham
em busca de uma vida melhor. Começou-se pela pequena
propriedade rural, que logo gerou o comércio. A indústria
primitiva realizou-se com o aproveitamento da erva-mate
e a grande quantidade de pinheiros existentes que foi transformado
em madeira através do engenho de serra.
Área: 430,764 km²
População: 97.916 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Erval
Grande - RS |
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A área onde se encontra
o município de Erval Grande, antes pertencente a
Erechim, foi colonizada a partir de 1925, tendo seu perímetro
urbano demarcado em 1937.
Erval Grande foi elevada a categoria de vila em 1949 e
a emancipação ocorreu em 07 de junho de 1959.
Área: 285,913 km²
População: 5.367 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Estação
- RS |
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Como marco inicial do desenvolvimento
deste município está a construção
da estrada de ferro inaugurada em 1910. Inicialmente recebeu
o nome de Estação Erexim, em 1935 Estação
Getúlio Vargas.
Em 21 de abril de 1988, foi criado o Município
de Estação pelo Governo do Estado.
O município é composto por
descendentes de imigrantes italianos em sua maioria, com
presença de descendentes de alemães, poloneses,
raça africana e caboclos. Como marco inicial do desenvolvimento
deste município está a construção
da estrada de ferro inaugurada em 1910. Inicialmente recebeu
o nome de Estação Erexim, em 1935 Estação
Getúlio Vargas.
Em 21 de abril de 1988, foi criado o Município
de Estação pelo Governo do Estado.
O município é composto por
descendentes de imigrantes italianos em sua maioria, com
presença de descendentes de alemães, poloneses,
raça africana e caboclos. Como marco inicial do desenvolvimento
deste município está a construção
da estrada de ferro inaugurada em 1910. Inicialmente recebeu
o nome de Estação Erexim, em 1935 Estação
Getúlio Vargas.
Em 21 de abril de 1988, foi criado o Município
de Estação pelo Governo do Estado. O município
é composto por descendentes de imigrantes italianos
em sua maioria, com presença de descendentes de alemães,
poloneses, raça africana e caboclos.
Área: 100,266 km²
População: 6.253 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Faxinalzinho
- RS |
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Por volta de 1916 e 1917,
vieram os primeiros moradores do municpipio, ao qual era
chamdo de Votouro, que provem do nome de um cacique indígena.
De um lado de Votouro havia um região com mato raso
e capim que chamaram de Faxinal Grande,e do outro lado havia
a mesma característica só que em menos extensão
que chamou-se de Faxinalzinho.
O movimento emancipacionista eclodiu em 27 de outubro de
1987. A consulta plebiscitária, foi a mesma realizada
em 10 de abril de 1988, com adesão unânime
pela aprovação.
O ato oficial de criação do município
de Faxinalzinho, foi através da Lei nº 8624
em 12 de maio de 1988.
Área: 143,381 km²
População: 2.607 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Gaurama
- RS |
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| O povoamento
de Gaurama deu-se somente neste século, aproximadamente
1911. O primeiro nome do povoado foi Barro, possivelmente,
devido a um banhado existente na região.
Já em 1919, era elevado à
categoria de 2º Distrito do Município de Erechim.
Quando pelo Decreto Estadual de 1938, todas as sedes de
Distritos passaram à vila, Barro também foi
enquadrado nesta categoria. Em 1944, foi alterada a denominação
de Barro para Gaurama, acreditando-se que tenha o mesmo
sentido na língua indígena.
Depois da consulta plebiscitária,
Gaurama emancipou-se de Erechim, pela Lei nº 2530 de
15 de dezembro de 1954, levando sua área os Distritos
de Gaurama, Áurea e Carlos Gomes.
Hoje este Município já colaborou
para a formação de um mais novo Município
- Viadutos.
Área: 204,149 km²
População: 6.232 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Getúlio
Vargas - RS |
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Em 18 de dezembro de 1934,
pelo Decreto número 5788, fo criado o município
de Getúlio Vargas, emancipado este dos municípios
de Erechim e Passo Fundo.
Interessante é o fato de Colônia
Erechim e Erechim, serem as denominações da
atual cidade de Getúlio Vargas, não da atual
Erechim que naquela época chamava-se Colônia
Boa Vista.
Porém, o início do povoamento
da atual sede de Getúlio Vargas deu-se pelo ano de
1908, tendo passado a categoria de vila ao mesmo tempo,
sede de município. Não rezando a origem cristã
de nossa colonização, este município
também em sua Padroeira- Nossa Senhora Imaculada
da Conceição.
O novo município pleiteava, também
seu tradicoinal nome Erechim, reivindicação
de caráter sentimental das mais justas, de vez que
fora Sede da Colônia do mesmo nome tal fora a denominação
da localidade por longos anos, ao passo que o município
a que pertenceram até então, tinha contrariamente
à tradição Brasileira, sua sede com
o nome de José Bonifácio (atual Erechim).
Ainda esse foi nomeado pelo Governo do
Estado, tendo em virtude disto, o presidente da Comissão
Emancipatória, Sr. Mathias Lorenzon, em Palácio,
sugerido o nome de "Getúlio Vargas", em
homenagem ao presidente da República, sugestão
esta aprovada pelo interventor Fedreal, General Flores da
Cunha.
Área: 286,564 km²
População: 16.345 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Gramado
dos Loureiros - RS |
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Dos registros históricos
de Gramado dos Loureiros destaca-se o relato deixado pelo
Prof. João Batista Netto, antigo professor da localidade,
segundo o qual, em meados do século passado, houve
um violento temporal que destruiu grande área de
pinheirais, devastando toda uma região, no sentido
Campo Bonito e Rio Passo Fundo.
Mais tarde, alguém teria ateado
fogo a mata derrubada, abrindo clareiras onde agricultores
migrantes, procedentes de Sarandi, teriam iniciado suas
plantações e construído suas moradias.
A denominação de "Gramado
dos Loureiros" seria uma homenagem ao veterano da Guerra
do Paraguai, João Pedro Loureiro de Mello, proprietário
de terras na região. Os primeiros moradores da localidade
foram as famílias Flores, Ceresoli, João Felix
de Oliveira, Damasio, Defante, Giordani, Orlando Marchiori
(que construiu um moinho colonial onde também eram
ministradas aulas pelo Professor João Batista), Albino
Lonco, Eduardo Francisco Serpa, e outros. Posteriormente
construiu-se uma Capela, no local do moinho de Orlando Marchiori,
sob a orientação do Professor João
Batista com o apoio da comunidade, em forma de mutirão.
Em 1946, o Município de Sarandi
enviou à localidade a Professora Elena Scortegagna
Novello, oficializando a referida escola comunitária.
O primeiro comerciante da localidade foi, igualmente, O
Sr. Orlando Marchiori. Em 1959 Gramado dos Loureiros passou
a pertencer ao recém criado Município de Nonoai,
tornando-se, imediatamente Distrito desse. O primeiro Sub-Prefeito
foi o Sr. Arcindo Batista Netto. Na década de 60,
os produtores locais arrendaram as terras indígenas,
provocando um sensível desenvolvimento, graças
a elevada produção, decorrente da fertilidade
do solo.
Em 1970, os indígenas expulsaram
os agricultores brancos, com forte repercussão para
Gramado dos Loureiros e o Município de Nonoai. Além
do Parque Florestal, com uma flora valiosa, encontram-se
a margem esquerda do Rio do Mel pedras semi-preciosas. Na
década de 80, a localidade teve um novo surto de
desenvolvimento, com a construção de poço
artesiano, posto telefônico, posto de saúde,
novas estradas, pontes, rede elétrica, escolas, etc,
capacitando o Distrito a pleitear sua emancipação,
para dar segmento a sua trajetória de desenvolvimento.
A cidade de Gramado dos Loureiros dista 3 Km da Rodovia
Sarandi/Goio-Em/Chapecó.
Área: 131,395 km²
População: 2.399 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ipiranga do Sul - RS |
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A formação
de Ipiranga começou na propriedade da família
Rigo, que, apesar de não morar lá, possuía
um agregado, chamado Jacó Postal, que, junto aos
seus familiares, cuidava da terra e trabalhava na lida do
gado.
Em 8 de maio de 1908, Leonso Rigo vendeu
a propriedade para algumas famíllias de castelhanos,
cujos patricarcas eram Carlos Duran e Francisco Salalegre,
e tinham como agregados a família de Don Gervásio
Gorrosterasu.
Estas famílias de castelhanos deram
o nome da localidade de Ipiranga. No ano de 1938 chegaram
várias famílias. Estas famílias introduziram
a primeira serraria em Ipiranga, de propriedade de Antônio
Fioravante Toniol, considerado um desbravador, seguido por
Hilário Durante e Cirilo Gobbi. A partir da desbravação
da mata, foram surgindo colonos que introduziram a vinicultura,
suinocultura, bovinocultura, o plantio de trigo, do milho
e do feijão preto.
Estes primeiros colonos eram os agricultores
Anselmo Lazzari, Júlio Sberce, Angelo Sartori e Pedro
Beledelli, pecuarista Zeferino Gomes Pinheiro e o construtor
de casas David Dall Agnol. Foi construída a primeira
igreja católica, pelas famílias Duran e Salalegre,
que doaram o altar e a imagem de Nossa Senhora das Dores.
O pioneiro no comércio de secos
e molhados e moinho foi Atilio Rodighiero.
Área: 159,230 km²
População: 2.029 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Itatiba do Sul - RS |
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Itatiba do Sul (abundância
de pedra ou pedra branca). 1916 - Chegada dos primeiros
imigrantes à localidade de Derrubadas.
É a data mais remota da história
de Itatiba. 1923 - Chegada dos primeiros imigrantes á
cabeceira do Lajeado da Pedra, onde hoje é a cidade
de Itatiba do Sul. 1934 - Chegada dos últimos imigrantes
poloneses. 1941 - Chegada dos primeiros comerciantes à
Itatiba; é criada a Vila de Itatiba. 1951 - É
criado o Distrito de itatiba. 1959 - Itatiba volta a pertencer
a Erechim. 1964 - É criado o município de
Itatiba do Sul, anexa: ao topônimo que domina o município
é acrescido "do Sul". O topônimo
Itatiba compõe-se de dois radicais, ambos provenientes
do Tupi-Guarani: Ita = Pera + Tiba = Coleção.
Significa, pois, pedra + pedra, ou seja, pedras acumuladas,
pedras sobrepostas, isto é, muitas pedras.
No início da colonização
chamava-se "Cabeceira de Pedra", isto porque o
Rio das Pedras tem origem exatamente na cidade, indo desaguar
no Rio Uruguai. Daí o nome de cabeceira, significando
"início", ponto de origem.
Os primeiros imigrantes vinham em busca
de sítios na "cabeceira do Pedra", terras
pertencentes ao "Governo". Com a constatação
de que no Brasil já existia um município chamado
Itatiba. Necessário, pois, a troca do nome da cidade.
Mas os munícipes determinaram por bem acrescer-lhe
simplesmente "Do Sul", como distintivo. Passou
a chamar-se de "Itatiba do Sul". Nosso passado,
a taipa - a ITA + TIBA - lado a lado com a energia elétrica
- nosso presente.
Área: 212,121 km²
População: 4.521 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Jacutinga
- RS |
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O território que compõem
o município de Jacutinga é originário
de Erechim, pois Campinas do Sul, município de onde
se desmembrou, pertencia a Erechim como Distrito.
Jacutinga, além dos Distritos de
Campinas do Sul que escolheu para sua área, levou
ainda parte dos Distritos de Paulo Bento e Quatro Irmãos,
pertencentes a Erechim. Sua criação ocorreu
a 1º de junho de 1964, pela Lei nº. 4734.
O nome de Jacutinga significa "jacu
branco".
Área: 179,296 km²
População: 3.615 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Machadinho
- RS |
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A origem do nome é
indígena, que significa capim de pasto onde acampam
os tropeiros. Originou-se do município de Itaqui.
Por tradição, Maçambará
surgiu graças as fazendas de criação
de gado, entre elas: Recreio, São Donato, Santo Cristo,
São Jorge, Santo Izidro, algumas estas remanescentes
dos Sete Povos das Missões.
Os parâmetros curriculares desenvolvidos
em nosso município, baseado no texto constitucional,
são: Dignidade da pessoa humana, igualdade de direito,
participação, responsabilidade pela vida social.
Dentre as muitas fazendas existentes no local, destacava--se
uma de nome "Recreio", nome este que foi mais
tarde dado ao povoado. Alguns anos mais tarde, por vontade
de algumas autoridades da época, entre elas o Prefeito
Municipal de Itaqui, Euclides Aranha o nome de "Recreio"
foi trocado por Maçambará, pois ficaram sabendo
que já havia uma localidade com o nome de "Recreio
do Sul" no Estado, e também para não
confundir o nome do povoado com o nome da fazenda. Maçambará
é o nome de um capim comum nesta região.
Em vista desta origem, e também
dadas as características econômicas da região,
a população do município concentra-se
na zona rural, dependente sobretudo da atividade agrícola,
mais especificamente do cultivo de arroz.
Área: 334,449 km²
População: 5.623 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Marcelino
Ramos - RS |
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Até 1893, a área
em que se situa Marcelino Ramos, permaneceu inexplorada
coberta de mata virgem e apenas habitada pelos índios
"coroados".
Pertencia então, ao município
de Passo Fundo e durante a revolução de 93,
algumas famílias que ali se refugiam dão início
ao povoamento. A construção da ferrovia Rio
Grande - São Paulo e da ponte sobre o rio Uruguai
veio incrementar grandemente o povoamento e o local passa
a ser designado por Estação do Alto Uruguai
ou apenas Alto Uruguai.
Após a construção
da ponte em 1911, ocorreu violenta cheia que obrigou o povoado
a transferir-se para o local onde hoje se situa a sede municipal.
Para ali afluíram elementos das chamadas "Colônias
Velhas" os quais impulsionaram grandemente o progresso
da localidade que em homenagem a um dos construtores da
ferrovia passa a chamar-se Marcelino Ramos.
Em 1938 foi elevada à vila, somente
foi emancipado em 28 de dezembro de 1944.
Área: 229,619 km²
População: 5.329 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Mariano
Moro - RS |
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A sede de Mariano Moro está
localizada no antigo povoado de Bom Retiro, que teve seu
nome alterado quando da criação do Sub-Distrito
de Severiano de Almeida, que era então Sub-Distrito
de Erechim.
Mariano Moro construiu sua história
tendo por base a paz, solidariedade, a colaboração>
Tudo começou por volta de 1923. Bom Retiro foi então,
o nome escolhido para este lugar.
Bom por que é dono de uma natureza
invejável e solo fértil; retiro porque isolado,
retirado de tudo e de todos, mergulhado no silêncio
das matas e banhado no caudaloso rio Uruguai.
Em 1953 foi mudado o nome de Bom Retiro
para Mariano Moro, deveido aos grandes trabalhos realizados
pelo senhor Mariano Moro em prol do desenvolvimento da comunidade.
Mariano Moro acreditava que o único
meio de fazer a independência dos colonos era uni-los
em cooperativas. Fundou várias cooperativas inclusive
a Cooperativa Mista Bom Retiro Ltda que impulsionou o progresso
do município.
Área: 102,08 km²
População: 2.304 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Maximiliano de Almeida - RS |
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Na época da colonização
da sede de Maximiliano de Almeida, lá por 1920, esta
área do nosso Estado pertencia ao município
de Lagoa Vermelha. Inicialmente, a denominação
local foi Sede Nova, mas como outra localidade chamava-se
Sede Velha, foi alterado para Pinhal em 1917, porque existiam
muitos pinhais na região.
O nome do município de Maximiliano
de Almeida foi dado em homenagem ao Coronel da Brigada Militar
com o mesmo nome.
Área: 208,524 km²
População: 5.050 hab. est.
IBGE/2009[2] |
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Nonoai
- RS |
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O povoamento da sede de Nonoai
iniciou-se por volta de 1847, quando fazia parte do antigo
município de Cruz Alta.
Um fato original foi a criação
do município em 1890, sendo extinto em 92, sendo
seu território incorporado ao município de
Palmeira. A história de um povo é a marca
primordial de sua cultura.
Necessidade de abertura de uma estrada
que conduzissse os tropeiros do Norte (São Paulo,
Rio de Janeiro e Minas Gerais), que vinham para o Rio Grande
do Sul à procura de gado.
Tal estrada encurtaria o trajeto dos tropeiros
e tornaria mais fácil a travessia do estado do Paraná
para o mercado muar nordestino. João Cypriano da
Rocha Loires que residia em Xanxere/SC partiu para o porto
Goio-Em, de lá para Erechim, descendo para Passo
Fundo. De Passo Fundo acompanhou o rio com o mesmo nome
da zona das missões até o lugar chamado Serrinha,
daí margeando sempre o mesmo rio, veio dar no Toldo
Indígena dos caingangues, ou Coroados, cujo cacique
era o índio Nonoai, que recebeu sem hostilidade o
fundador.
João Cypriano expôs suas pretensões
ao cacique, que foram pacificamente aceitas pelo cacique
e a tribo, que se comprometeram a mudar-se para o Oeste
deixando livre o local para a futura estrada com a condição
de que os brancos respeitassem-nos, o que foi aceito. Começou,
então a futura vila Nonoai. Nona - dormir; Hay -
ferimento; Nonohay - dormindo ferido. Na linguagem caingangue
a palavra Nona que significa dormir e Hay ferimento, aglutinando
os dois sons resultou a palavra Nonohay, que significa dormindo
ferido. Após o restabelecimento do índio sem
nome, fora batizado de Nonohay, tornando-se cacique do recém-nascido
Toldo.
A cidade recebeu o nome de Nonohay, em
homenagem ao bondoso cacique Nonohay. nonoai cresceu tão
rapidamente, que em 1865 contribuiu na defesa da Pátria,
por ocasião da Guerra do Paraguai.
Área: 469,313 km²
População: 12.601 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Paim
Filho - RS |
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O nome do município,
inicialmente, era "Sede Nova Forquilha". Após,
por decisão da comunidade, passou ao nome do General
"Paim Filho".
Os habitantes da comunidade denominada
Paim Filho, modelam muito bem toda a vida cultural do ilhamento
de um quadrilátero de Estado Gaúcho, com descendência
italiana, isolada na imensidão territorial do Alto
Uruguai, parte do meio nordeste do Rio Grande do Sul, taxado
de "o homem de cultura espúria", isso em
comparação com seus irmãos que habitam
a Região Sul do Estado Paim Filho situa-se no Nordeste
do Estado, com sua população de imigrantes,
que em massa aqui chegaram no longínquo ano de 1910,
logo após a proclamação da República,
com o intuito de ocupar os espaços vazios do Estado.
No coração desta vasta ilha, em vias de aculturação,
em costumes, tradições e dados estatísticos
é um uníssono que nos lembra um só
ramo de descendentes de Italianos, possivelmente vindos
das vastas regiões da Itália. Com a situação
de um povo esmagado pelo isolamento geo físico-cultural,
este tipo humano desbravou sertões desta terra do
nosso Estado.
Em 1986, com a chegada de um grande grupo
de imigrantes, que junto com os habitantes que aqui já
estavam, formaram uma comunidade e lutaram para o sonho
de emancipação realizar-se. Antes dque os
primeiros moradores chegassem à região, tudo
aqui não passava de grande e espessa floresta, que
confundia-se com campos e pinhais, recortada pelo Rio Inhandava
e seus afluentes. Talvez alguns índios trafegassem
pela mata em busca de água de Inhandava, mas além
deles, só animais selvagens, peixes e pássaros
povoavam esse pedação de chão.
Foi em 1895 que fugindo do recrutamento
para a revolução iniciada em 1893, o jovem
Felibserto Manoel Theodoro resolveu deixar sua terra natal
- Escapoeira, Nova Prata e partir para os "sertões"
do grande município de Lagoa Vermelha. Motivado pelo
Rio Inhandava, Felisberto chegou a esta terra, fixando residência
ao pé do morro da Cordilheira. Pôde dedicar-se
à agricultura. Mal pensava ele que tinha acabado
de fundar o município de Paim Filho. Como a primeira
pessoa a fixar residência neste município,
Felisberto Manoel Theodoro é considerado fundador
do mesmo.
Alguns de seus descendentes ainda permanecem
residindo na cidade de Paim Filho. Os restos mortais de
sua senhora Rufina Barreto dos Santos ainda se encontram
no cemitério municipal. Durante a revolução
de 1923, para homenagear, devido à intervenção
do General Fermino Paim Filho, que ao passar por este município
apazigou os rebeldes, o nome de Sede Forquilha, foi então
alterado para vila Paim Filho.
Área: 182,182 km²
População: 4.526 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Paulo Bento - RS |
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O município teve início
em 1890, com a chegada dos irmãos Bento e Sousa,
que tomaram posse das terras, a área abrange desde
o Rio Cravo até o Campo Erechim.
O Distrito foi emancipado em 16 de abril de 1996. A economia
é basicamente primária, destacando-se o minifúndio
diversificado, também a indústria de embalagens
de papel, cogumelos e pequenas casas comerciais.
Área: 148,184 km²
População: 2.149 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Ponte
Preta - RS |
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No início, o município
de Ponte Preta chamava Lageado Grande, com o passar do tempo
sentiu-se necessidade de ligar a Lageado Grande com outras
localidades, como Souto Neto e Linha Sete, isso ocorreu
com a construção de uma ponte sobre o rio
Jupirangaba; sobre a ponte aplicava-se alcatrão -
substãncia de coloração escura - para
conservar a madeira, daí a denominação
Ponte Preta, embora o nome oficial fosse Ponte 03 de Outubro.
Caracteriza-se pela sua condição
de colônia onde predominam descendentes de italianos
e em menor proporção alemães e poloneses.
Área: 100,407 km²
População: 1.846 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Rio
dos Índios - RS |
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Rio dos Índios, faz
divisa com o estado de Santa Catarina.O município
encontra-se a 380m acima do nível do mar.
Sua vegetação destaca-se em matas nativas
e artificiais (eucaliptos, pinheiros araucárias e
erva-mate).
A economia predomina a produção agro-pastoril.
Sua emancipação ocorreu em 20 de março
de 1982.
Área: 236,966 km²
População: 4.192 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Sananduva
- RS |
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Até o início
do século atual, a área em que se localiza
esse município permaneceu inexplorada.
Na época havia ali, em completa
decadência, uma fazenda para criacão de bovinos.
O povoamento foi iniciado por Florentino
Bacchi que, com toda a sua família, se transfere
de Caxias do Sul para o local. Logo a seguir, atraídos
pela fertilidade do solo, outros elementos ali se instalam.
Além da agricultura, também
a exploração do pinho foi atividade importante
nessa época inicial. Com o correr do tempo, o comércio
e a indústria também de tal modo se desenvolvem
que, em 1954, desmembrando-se de Lagoa Vermelha, passa a
constituir município independente.
Finalmente foi criado o município
de Sananduva por força da Lei Estadual nº 2.521
de 15 de dezembro de 1954 e instalado oficialmente no dia
28 de fevereiro de 1955.
Área: 504,551 km²
População: 15.216 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Santo
Expedito do Sul - RS |
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O povoamento da região
deu-se a partir da vinda dos missionários jesuítas
e dos bandeirantes, por volta do ano de 1716. Entretanto,
a colonização teve início apenas com
a chegada dos portugueses e dos italianos, dois séculos
após, que passaram a cultivar a terra.
Assim, originaram-se os minifúndios produtivos e
os primeiros núcleos comunitários.
Em 1942 foi construída a primeira igreja de Santo
Expedito, e a partir daí o crescimento populacional
ocorreu naturalmente. No ano de 1992, foi criado oficialmente
o município.
Área: 125,735 km²
População: 2.684 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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São
João da Urtiga - RS |
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O nome deste município
é originário da devoção dos
primeiros moradores ao Santo e a grande quantidade de urtigas
existentes nas matas nativas do município.
Área: 171,177 km²
População: 5.123 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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São
José do Ouro - RS |
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Segundo uma lenda local,
o município de São José do Ouro surge
da Lagoa do Ouro, onde Chico Felipe teria enterrado toda
sua riqueza em ouro.
Originário de Lagoa Vermelha, São José
do Ouro emancipou-se em 10 de setembro de 1959, o atual
território do município já abrigou
as maiores florestas contínuas de araucária
de todo o mundo.
O local foi colonizado por imigrantes italianos, e hoje
destaca-se na agricultura e pecuária.
Área: 334,774 km²
População: 7.190 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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São
Valentim - RS |
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Sua denominação,
parece ter sua origem relacionada com o Padroeiro do lugar.
O povoamento da sede teve início no ano de 1920.
A área hoje ocupada pelo município de São
Valentim, até sua emancipação, pertencia
a Erechim. Pelo Decreto nº 7199, de 31 de março
de 1938, passou a vila.
São Valentim, com o progresso crescente e por haver
conquistado direitos legais para sua autonomia política,
passou a cidade, pela Lei nº 3724, de 17 de fevereiro
de 1959.
Área: 154,187 km²
População: 3.996 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Sertão
- RS |
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Em 1912, a construção
de uma estrada de ferro cortando a região onde atualmente
fica o município de Sertão atraiu algumas
pessoas para o local, descendentes de italianos, que passaram
a cortar árvores e preparar o solo para a plantação
de milho e trigo.
Nesta época, Sertão era apenas uma seção
do distrito de Coxilha, integrante do município de
Passo Fundo.
No dia 05 de novembro de 1933 foi criado o distrito de
Sertão, instalado em 15 de outubro do mesmo ano.
No dia 05 de novembro de 1963, realizou-se plebiscito para
a emancipação do município, que já
contava com 15.230 habitantes.
Área: 439,471 km²
População: 6.644 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Severiano
de Almeida - RS |
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Severiano de Almeida foi
criado em 1963, com instalação oficial em
12 de abril de 1964. Em 1912, quando a atual área
do município ainda pertencia a Passo Fundo, a Companhia
de Colonização "Luce e Rosa" adquiriu
essa área do Governo Federal para revenda aos colonos.
Em 1917 formou-se a comunidade com a chegada de algumas
famílias vindas de Garibaldi, Bento Gonçalves
e Caxias do Sul, com intuito de explorar a extração
da madeira nativa a ser transportada pelo Rio Uruguai.
Mais tarde a povoação tornou-se Vila, sob
o nome de Nova Itália como sede do Distrito de Erechim.
Área: 167,615 km²
População: 3.966 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Três
Arroios - RS |
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O inicío da colonização
ocorreu por volta do ano de 1917, quando famílias
de imigrantes alemães chegaram na região.
A cidade é assim denominada devido à três
arroios existentes na área. Emancipou-se em 20 de
setembro de 1987.
Área: 148,667 km²
População: 3.079 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Três
Palmeiras - RS |
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No ínício,
apenas índios e mata nativa rodeavam os tropeiros
paulistas que se dirigiam para a Região das Missões.
O primeiro nome dado foi Colônia do Pito, e somente
mais tarde passou a denominar-se Três Palmeiras, em
funcão de existir três palmeiras que partiam
de um mesmo tronco, no local onde hoje é a Rua 13
de Maio.
Três Palmeiras antes de se emancipar
pertencia aos municípios de Sarandi e Ronda Alta,
deste último tornou-se independente. A economia predominante
a agrícola formada por minifúndios, com grande
produção de soja, milho, trigo e fruticultura.
O comércio supre as necessidades locais e a indústria
é incipiente. O relevo é de planaltos, na
parte oeste acidentado com elevadas acentuações.
O município é irrigado pelo
rio Baitaca.A leste, as terras são contornadas pelo
alagado da Barragem do Rio Passo Fundo. No ínício,
apenas índios e mata nativa rodeavam os tropeiros
paulistas que se dirigiam para a Região das Missões.
O primeiro nome dado foi Colônia
do Pito, e somente mais tarde passou a denominar-se Três
Palmeiras, em funcão de existir três palmeiras
que partiam de um mesmo tronco, no local onde hoje é
a Rua 13 de Maio. Três Palmeiras antes de se emancipar
pertencia aos municípios de Sarandi e Ronda Alta,
deste último tornou-se independente.
A economia predominante a agrícola
formada por minifúndios, com grande produção
de soja, milho, trigo e fruticultura. O comércio
supre as necessidades locais e a indústria é
incipiente. O relevo é de planaltos, na parte oeste
acidentado com elevadas acentuações. O município
é irrigado pelo rio Baitaca.A leste, as terras são
contornadas pelo alagado da Barragem do Rio Passo Fundo.
Área: 188,700 km²
População: 4.469 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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Trindade do Sul - RS |
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O nome do município
é uma homenagem ao primeiro morador que nesta localidade
se estabeleceu: João Trindade.
Área: 268,417 km²
População: 6.105 hab. est.
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Viadutos
- RS |
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O município de Viadutos
foi criado pela Lei Esta-dual de fevereiro de 1950, após
plebscito, tendo sido instalado oficialmente em 28 de maio
de 1959, data de comemoração do aniversário
do mesmo.
Viadutos foi assim chamado pelos operários de uma
estrada de ferro, para sinalizar o local constitu-ído
por três pontes metálicas onde formou-se um
núcleo de moradores que deu origem ao atual município.
Área: 268,473 km²
População: 5.728 hab. est.
IBGE/2009 [2] |
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