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Divulgação.
Feapesc demonstra preocupação sobre a PEC da reforma da Previdência
Para Iburici Fernandes, matéria pode trazer prejuízos para o trabalhador e aposentado.
Publicado 06/12/2016
 

Por Jocimar Soares

A Federação das Associações dos Aposentados e Pensionistas de Santa Catarina, Feapesc, está vendo com preocupação a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição, PEC, que trata da reforma da Previdência Social, que foi protocolada na Câmara dos Deputados, na noite da segunda-feira, dia cinco. O texto já tramita como PEC 287.

Algumas mudanças foram antecipadas pelo Presidente Michel Temer. Uma delas diz respeito a idade mínima de 65 anos e uma transição a partir dos 50 anos. Não houve explicação se haverá uma diferenciação no período de transição entre homens e mulheres.

Na ocasição, Temer argumentou que a reforma é a única forma de garantir a continuidade da Previdência. Interlocutores do Palácio do Planalto chegaram a afirmar que a proposta seria enviada em setembro, antes das eleições municipais. A impopularidade do tema, no entanto, gerou sucessivos adiamentos. O argumento foi de que o Governo Federal discutiria pontos da proposta com setores da sociedade. 

A fala de todas as autoridades foi no sentido de colocar a reforma da Previdência como uma necessidade e um reflexo do envelhecimento da população brasileira.

Em entrevista a Rádio Aliança, o presidente da Feapesc, Iburici Fernandes, demonstrou preocupação muito grande sobre o assunto. Ele lembra que uma comissão havia sido formada e 17 pontos foram levantados e sugeridos para serem incorporados nesta reforma da Previdência Social. Dentre eles, a vinculação da aposentadoria ao salário mínimo. "Não há entendimento entre o governo e a população. Não há discussão. Em fevereiro, quando iniciar a votação, a entidade vai estar em Brasília. Eles não sabem o impacto que isso vai acarretar nos aposentados e, principalmente, nos municípios que vivem dos aposentados", diz.

Conforme o dirigente classista, até hoje "toda a reforma não trouxe benefícios para o aposentado e para o trabalhador", lamenta Iburici.

 

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