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Arquivo.
Áudio: Promotor se manifesta sobre denúncia contra Pacheco e Massocco
Promotor Felipe Prazeres Salum Müller não dá detalhes do processo, mas diz ter convicção de que houve crime.
Publicado 13/12/2016
 

Por Jocimar Soares

O promotor de Justiça da 9ª Zona Eleitoral da Comarca de Concórdia, Felipe Prazeres Salum Müller, se manifestou sobre o pedido de cassação do diploma e a inelegibilidade de Rogério Pacheco (PSDB) e Edilson Massocco (PR), prefeito e vice eleitos de Concórdia na última eleição municipal. A representação foi protocolada no começo desta semana no Cartório Eleitoral.

Em entrevista à Rádio Aliança, o promotor Felipe Prazeres preferiu não entrar em detalhes sobre a denúncia por compra de votos que pesa contra a chapa vencedora, mas disse que recebeu a cópia do inquérito policial, que investigou o fato e disse que fez a representação galgado na convicção de que houve crime, contra os candidatos eleitos e outras pessoas. A representação pede a cassação do diploma dos candidatos e como consequência a inegibilidade deles e a anulação da eleição municipal.

Prazeres conta que a denúncia foi feita no final do mês de setembro desse ano, durante o período de campanha eleitoral. "Isso culminou numa busca e apreensão, o que deu subsídios ao inquérito policial para apurar o eventual crime de compra de votos. A cópia do inquérito chegou até a promotoria da 9ª Zona Eleitoral e baseado nisso tomei a decisão de representar", explica.

Felipe Prazeres Salum Müller reforça que a diplomação vai ocorrer, bem como a posse dos candidatos eleitos. "A decisão do juíz será tomada após o período de recesso, nos primeiros meses do próximo ano. Até lá, haverá prazo para a defesa deles, instrução probatória e alegação das partes", explica.

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