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Foto: Marcos Terras
Alessandro Vernize defende a abertura da UPA em Concórdia
Segundo o ex-secretário de Saúde, o pedido de impugnação do edital, já foi respondido
Publicado 04/01/2017
 

Por Cristiano Mortari

O ex-secretário de Saúde de Concórdia, Alessandro Vernize, participou do programa Mesa Redonda, da Rádio Aliança, na manhã desta quarta-feira, dia 04. Na pauta, a possível suspensão do edital de licitação da UPA, Unidade de Pronto Atendimento. Vernize não fala em datas, mas defende que a UPA deve ser aberta.

O Jornal da Manhã desta quarta-feira apresentou uma entrevista com o prefeito de Concórdia, Rogério Pacheco, que afirmou que o edital de licitação, lançado para a terceirização dos serviços de atendimento na UPA, pode ser suspenso. Pacheco relatou que o edital tem um pedido de impugnação e o Governo Federal pode mudar o sistema de atendimento nas UPAs, e por isso a licitação também estaria prejudicada. O prefeito também destacou que a UPA ficou 15 meses parada e que antes de colocar em funcionamento, vai avaliar as questões financeiras.

Já Vernize, que solicitou um espaço no Mesa Redonda, fez ponderações sobre o assunto. “O que impossibilitou a abertura da UPA antes, foi o aguardo de emendas parlamentares que estavam bloqueadas pelo Governo Federal, mas em dezembro os recursos vieram e conseguimos remanejar para a compra do Raio X e demais equipamentos”, conta. “As Unidades em todo o país estão com dificuldades na parte financeira. Então, os 15 meses da UPA parada, se devem a este aguardo”, explica o ex-secretário.

Ele também comentou que o pedido de impugnação já foi respondido pela gestão antiga e que a abertura da UPA é essencial para Concórdia. “Nós já respondemos, não aceitamos o pedido desta empresa, apresentamos as justificativas e a gente deu continuidade no processo. Se a empresa entender que a dotação não está certa, ela pode não querer participar, mas temos outras empresas interessadas”, relatou no Mesa. “Com a Unidade funcionando, se resolvem problemas como a sobrecarga do Pronto Socorro do Hospital Francisco, por exemplo. Estudos do Ministério da Saúde mostram que a resolução dos casos em uma UPA que atende 24h, é de 93% dos casos. A intenção é esta, além de dar suporte para as Unidades Básicas de Saúde e para as equipes do ESF”, pontuou Vernize.

O ex-gestor da Saúde discorda de Pacheco, na questão em que o prefeito prioriza os remédios, consultas e exames. “Me chama a atenção o fato do prefeito estar preocupado em investir mais em remédio, consultas e exames. Isso sempre foi feito, desde 2013 através de mutirões. Eu entendo que a obrigação principal dos municípios é a prevenção primária, que é a prevenção e promoção de saúde”, finalizou Alessandro Vernize.

 

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